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- Você o que?! - disse Rebekah, chocada com o que tinha acabado de ouvir.

- Eu vou e quero permanecer humano. Então, vocês podem parar de procurar a forma de reverter isso. - repetiu Klaus, se sentindo mais tranquilo do que pensou que seria possível.

Já fazia uma semana desde que tinha se acertado com Bella e muitas vezes se pegou sorrindo sozinho. Ainda estava em seu apartamento e aquela rotina de namorados humanos o agradava demais.

- Tem certeza disso Klaus? - perguntou Elijah, indeciso sobre aquela decisão de seu irmão.

Ele parecia mais feliz do que lembrava e estava mais tranquilo do que nunca esteve antes, como um hibrido.

- Sim. Vão viver irmãos, eu estou bem.

- Klaus, não sei se está pensando claramente. - disse Kol, preocupado.

- Eu estou Kol.

- E se ela cansar? - perguntou Rebekah.

Klaus a encarou, confuso com a linha de pensamento de sua irmã.

- Se ela cansar?

- Sim. E se Bella cansar de você? Nada na vida humana é para sempre. Você está abrindo mão de voltar a ser um hibrido para ficar com ela, mas até quando?

Klaus suspirou, começando a se sentir deprimido ali, com seus próprios irmãos.

- Então vou arcar com as consequências da minha decisão. Foi bom conversar com vocês, irmãos.

Ele tentou ir embora, mas Finn o deteu.

- Nós o apoiamos Niklaus. Se está feliz assim, então deve permanecer assim. Já estava na hora de pensar em si mesmo. - disse ele, surpreendendo a todos, em especial a Klaus.

- Obrigada Finn. Espero que encontre o que procura também.

Klaus enfim foi embora, mas apesar do alívio das palavras de seu irmão mais velho, saía de sua própria casa, mais uma vez, com um peso em seus ombros. Indeciso sobre para onde ir e não querendo ficar sozinho, foi para o grill.

Não queria preocupar Bella, então sentou em uma mesa mais afastada, pedindo sua bebida e batatas. Ela o tinha viciado naquela coisa, pensou, sorrindo sozinho, apesar de ainda triste.

- Ei, o que está fazendo aqui? Pensei que ia encontrar seus irmãos hoje. - disse Bella, surpresa ao levar o pedido e encontrar Klaus ali.

- Pensei que ficava no bar. - disse Klaus, suspirando ao ver que não tinha dado certo.

- E fico, mas um colega faltou e estou dando uma mão.

- Ah, bom, obrigada.

- Você está bem?

Klaus sorriu, percebendo que nunca se cansaria dela, assim como algo dentro dele lhe dizia que ela também não.

- Podemos conversar quando sair do trabalho? - perguntou ele, deixando que ela visse que algo tinha acontecido.

- Claro. Vejo você mais tarde, vou te deixar aproveitar essas batatas incríveis.

Ele riu, mas antes que ela voltasse ao trabalho, questionou:

- Vai precisar de uma carona?

- Sim, eu adoraria.

VAMPIROS, VAMPIROS... AMORES A PARTEOnde histórias criam vida. Descubra agora