Príncipe Chiclete

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O Príncipe Papel já estava com suas malas prontas para partir, quando o dia finalmente amanheceu. Chiclete teve tempo suficiente para conversar com ele sobre o relacionamento de ambos. Juntos, eles conversaram riram e, pela primeira vez o Príncipe Chiclete sentiu-se feliz depois de varias coisas acontecidas em sua vida, que ele não querida ter que relembrar.

Papel, estava no saguão de entrada do reino despedindo-se do Príncipe Chiclete, enquanto o salão estava sendo organizado e limpo, depois da festa de ontem a noite.

- Você realmente não faz ideia  do que eles querem com você? - perguntou Chiclete para o Papel, sobre o fato dos familiares dele chama-lo sem informar a razão.

- Ainda não, mas quando souber eu prometo que informarei a você, embora eu tenho as minhas suspeitas - declarou o Príncipe Papel. - Ah...mordomo Papelão chegou, preciso ir...

Ele disse isso, quando um enorme avião de papel sobrevoo em torno do castelo, procurando um lugar espaçoso para poder aterrissar. Chiclete acompanhou o Príncipe Papel para fora do castelo, no momento que a bela nave branca pousou em frente as escadas do reino. Vários doces próximos, observavam a nave fascinados pela beleza que ela possuía.

- Adeus, Príncipe Papel, foi incrível ter sua visita ao meu Reino - despediu-se Chiclete.

- Espero ver você em breve, Príncipe Chiclete, estou feliz que consegui ter você comigo. Hoje, e nos últimos dias - disse Papel beijando suavemente o Chiclete que retribuiu o beijo ainda que um pouco envergonhado.

Papel desceu as escadas elegantemente, embora continuasse com seu estilo novo e entrou no avião de papel, enquanto as guardas Bananas levavam agilmente as malas do principe para o bagageiro do transporte. Chiclete ficou olhando o principe desaparecer no céu, sentindo-se um pouco abandonado ou como se nunca mais tivesse a oportunidade de ver alguém como o Papel.

- Oi, Chiclete - disse uma voz grave próximo ao principe, quando ele ainda estava contemplando o céu com uma pitada expectativa de que tudo não passou de um sonho e que Papel estava dentro do castelo, mas não era.

- Ah - assustou-se Chiclete percebendo que a voz pertencia ao Príncipe de Fogo - oi, tudo bem com você?

- Precisamos conversar - disse  o Príncipe de Fogo muito sério.

- Claro, vamos, entre - concordou Chiclete abrindo caminho para o principe entrar no castelo.

- Não precisa ser...enfim, é muito ligeiro o que irei falar, não precisa ser no castelo. Pode ser aqui fora mesmo. 

- Certo, vamos caminhar, enquanto conversamos - propôs Chiclete descendo as escadas e caminhando pelas ruas movimentadas do Reino Doce. - O que você quer conversar?

Príncipe de Fogo não respondeu imediatamente demorou um pouco, parecendo está pensando o que dizer e como.

- Bem... - disse ele estralando os dedos e produzindo uma chama, como se aquilo pudesse dizer tudo através da linguagem não-verbal. - Você ontem fez uma coisa incrível para a... Fionna.

- O braço mecânico? Aquilo não foi nada, era o mínimo que eu poderia fazer depois de varias coisas que ela fez pelo meu reino e pelo mundo de OOO.

- Que leal! Então...Eu, bem...eu queria que você fizesse m braço mecânico para mim. Pode ficar tranquilo eu pagarei a você.

Príncipe de Fogo ficou encarando o Príncipe Chiclete, parecendo querer encontrar vestígios em seu rosto que mostraria claramente que ele não atenderia o pedido.

- Mas...Por que você quer um braço mecânico? - perguntou Chiclete olhando os braços fortes feitos de chamas do Príncipe.

- Você não vai rir de mim, se eu falar? - perguntou o Fogo.

Aventuras de Marshall Lee e Príncipe Chiclete ( Sem revisão)Onde histórias criam vida. Descubra agora