Em meu nono poema publicado, o eu-lírico deseja reencontrar seu grande amor, reconhecendo que jamais houve outrem com tamanha capacidade de o amar tão intensamente quanto ele...
Meu quinto poema publicado retrata os anseios, as certezas, os desejos e os lamentos de um eu-lírico que se impõe contra a perda de seu direito de amar, versificando em um ato de resistência contra as maquinações do preconceito.
Meu quarto poema publicado exprime parte de minha indignação quanto às atrocidades que temos suportado em vista do mais novo desgoverno fascista brasileiro em pleno século XXI.
Meu terceiro poema publicado reflete sobre o que os sentimentos do poeta ao mesmo tempo em que dialoga com o poema Autopsicografia, de Fernando Pessoa.