Escritores amigos da Mentoria
5 stories
A brevidade das coisas by CatherineBeltro
CatherineBeltro
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A BREVIDADE DAS COISAS apresenta cento e trinta microcontos e nanocontos, abordando vários temas como Contos de Fada, Fábulas, Clássicos, Fantasia, Suspense, entre outros. A título de degustação, aqui vão dois microcontos: - Viera de longe para ver a prova: um bebê com um arco-íris nas costas, da constelação Suspense e - Cansado de cuidar de sua rosa, o príncipe resolveu mudar de asteroide. Foi e voltou logo. Não encontrou rosa igual, da constelação Clássicos. A arte da capa é de Eduardo Vieira, a partir de uma obra da artista plástica Edith Blin. No lançamento de sua versão digital, com trinta microcontos, alcançou a classificação #83 do TOP100 da lista de livros mais vendidos na Amazon.
Microcontos de Fadas by CatherineBeltro
CatherineBeltro
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Quem não conhece um conto de fada? Quem não conhece vários contos de fadas? Cinderelas e Pequenas Sereias, Gatos de Botas e Patinhos Feios, todos povoaram a imaginação de nossa infância. A ideia, agora, é revisitar essas histórias, deixando muito mais espaço para que nós, adultos, jovens ou não, possamos brincar com nossa imaginação...
O garoto de Moletom Cinza (COMPLETO) - Quadrilogia " A Ilha da Esmeralda" by autoralorenasaraiva
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Este é um livro que conta a história da Beatriz, uma garota que morava no interior de Minas Gerais e que resolveu ir para a Irlanda tentar a vida devido a falta de oportunidades no Brasil. Chegando lá, ela conhece Becan, um garoto misterioso que aparentemente vive drogado, pedindo esmolas pelas ruas de Dublin. Então, no meio da loucura que a sua vida está, devido a mudança repentina de país e ao fato dela ter que arrumar um emprego sem nem saber falar o idioma do lugar, Beatriz começa a se perguntar quem ele é e porque dele agir daquela forma... E é assim que ela encontra um novo motivo para continuar respirando. "O preconceito mata e morre, devagar e constante..." Descrição: A Garota de Moletom Cinza é a segunda obra de mais quatro que compõem uma quadrilogia chamada "A Ilha da Esmeralda". Todos os livros são ligados por personagens e pela triste história de um país que sofreu e sofre até hoje com as consequências causadas pela dominação do império britânico. A Coletânea contém dois romances atuais, um romance histórico e uma fantasia. Todas as narrativas serão baseadas em pessoas reais que sofreram e que até hoje sofrem com covardia advinda do capitalismo e da busca incessante por lucro e poder, em um mundo onde o ser humano passou a ser segundo plano diante de toda a fortuna que uma exploração pode prover. Isso não se trata apenas de uma país que ressurgiu das cinzas e se tornou primeiro mundo depois de tanto ser explorado, mas também de todo um império que construiu toda a sua riqueza baseado na escravidão e na exploração de um povo que a muito pouco tempo conseguiu chamar o seu país de seu.
E SOPRO, E CATO, E GUARDO O VENTO: PROSA E POESIA by aguinaldodequadros
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NOS RUÍDOS DA POESIA Nasci e fui criado na cidade de São João del-Rei, Minas Gerais. Em pequeno, gostava de ouvir histórias contadas e recontadas por meu avô, Geraldo Corneteiro. Homem invisível, desimportante e de pouca escola, mas ilustrado e cercado de palavras e sabedorias do passado. Retireiro, criador de porcos, bezerros e passarinhos, acreditava que a instrução dava um colorido no cinzeiro da vida. Meu avô era um matuto que gostava de desembrulhar a vida guardada nos livros. Lia e escrevia de um tudo. Aliás, não podia ver uma folha de papel plantada de letrinhas que recolhia todas elas no calor da hora, mas dizia que nunca tirou diploma. No depois da Guerra, quando chegou o Grupo no povoado, vovô contava 16 anos, mas já lia desembolado desde os 6. Aprendeu a tirar leitura com sua madrinha, normalista diplomada, que passava suas férias na zona rural. Com o fim da Primeira Guerra, em 1918, vovô foi convocado a tirar tarefa na escola do povoado vizinho. Sua missão era civilizar a mata, desfazer serpentes e guardar cuidado da criançada. Acabou aprendendo aritmética e herdando um embornal de livros e material escolar da professora, pouco antes dela se casar e mudar, em definitivo, pra cidade. Isso só foi possível porque Geraldo Corneteiro, meu avô, além de zelar pela segurança deles todos no Grupo, lia e encenava palavras quando era convocado a contar histórias na sala de leitura - um refeitoriozinho arranchado ao ar livre, voltado para o nascer do rio e o brotar luminoso do Sol. Poesia é um "trem danado de ruidoso." - dizia meu avô. Ah, ia me esquecendo! Vovô Geraldo foi Maquinista de ofício. E os apitos da locomotiva, sua corneta e ganha pão. Mas vamos deixar de prosa, que o tempo é de poesia. Barbacena, 25 de abril de 2020. ANO DA PANDEMIA DE COVID-19
NARCISO CEGO by aguinaldodequadros
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NARCISO CEGO: NÃO HÁ ESPELHO QUE NOS TIRE DE NÓS MESMOS É um livro de contos miúdos, de prosa fiada e tecida na roça. Tem cheiro de mato, flor de laranjeira, capoeira e mata nativa. Tem gosto de pasto, arado de terra, vara de pesca, barro, lagoa, rio, montanha, cachoeira e água de mina. Tem cheiro de gente, de solo plantado e semente. Tem chapéu de palha, fumo de rolo, canivete e navalha. Cana-de-açúcar, cachaça, melado, açúcar mascavo e rapadura. Tem panela de ferro e caldeirão de barro. Vestido de chita, bota de couro, caminho de mesa e toalha. O que mais tem? Um abraço largo, cumprido e sincero. E aquele cafezinho ralo, requentado na chapa, comboiado de pamonha, doce de goiaba, queijo, beijo estalado, tareco, minério de ferro e pão-de-queijo.