jlima17
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Para o mundo do vôlei, Brasil e Itália protagonizam o maior clássico das quadras. Mas para Julia Bergmann e Ekaterina Antropova, aquela rede não divide apenas duas seleções, divide uma guerra particular de puro desprezo.
O ódio entre elas nasceu há quatro anos, na final de um Mundial Sub-21, quando uma provocação ácida na beira da rede selou o destino das duas. Desde então, elas se tornaram opostos inconciliáveis. De um lado, Antropova: a oposta italiana de frieza calculada, saques devastadores a mais de 100 km/h e uma arrogância silenciosa que desestabiliza qualquer adversária. Do outro, Julia: a ponteira brasileira passadora, puro sangue quente, raça e coração, que faz de cada defesa contra a italiana uma questão de honra e orgulho.