❍⃝݂ ׂ ۪ 𝐂𝐋✡︎✡︎𝐔𝐃 𝐍𝐈𝐍𝐄 ۫ ݂ ʾʾ
23 stories
devotion, natalie scatorccio by mushroomcatra
mushroomcatra
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⊹ ⠀࣪⠀ㅤ𝒍𝒊𝒕𝒕𝒍𝒆 𝒇𝒊𝒔𝒉, 𝒃𝒊𝒈 𝒇𝒊𝒔𝒉, 𝒔𝒘𝒊𝒎𝒎𝒊𝒏𝒈 𝒊𝒏 𝒕𝒉𝒆 𝒘𝒂𝒕𝒆𝒓. 𝒄𝒐𝒎𝒆 𝒃𝒂𝒄𝒌 𝒉𝒆𝒓𝒆, 𝒎𝒂𝒏, 𝒈𝒊𝒎𝒎𝒆 𝒎𝒚 𝒅𝒂𝒖𝒈𝒉𝒕𝒆𝒓! onde illiana văduva drăghici, uma vampira romena, começa a nutrir sentimentos por uma das integrantes do time de futebol mais aclamado de wiskayok: as yellowjackets. ─── gabrielly copyright: ©2025 | natalie scatorccio × fem!oc | translations are not approved. ─── cover e estética por @redhoodcwtt
THE LATTER TEENS | LOTTIE MATTHEWS by nix_sadderdaze
nix_sadderdaze
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Austen Kean nunca planejou começar do zero aos dezessete anos, mas aqui está ela: nova cidade, nova escola, e um segredo que ninguém pode descobrir. Depois de um desastre em sua antiga escola, os pais decidiram que Wiskayok, Nova Jersey, seria a chance perfeita para "colocar as coisas nos eixos". O problema é que nada parece simples quando você é a garota que todo mundo insiste em não enxergar de verdade. Só a psicóloga da escola sabe quem Austen é, e toda semana ela tem que fingir abrir a alma em relatórios que vão parar na mão de algum agente do Departamento de Serviços Sociais. Enquanto isso, o resto do mundo vê apenas "a garota nova da família rica", como se fosse possível resumir alguém a isso. Mas então tem Lottie Matthews. Charlotte, com aquela calma que parece enxergar além de qualquer outra coisa, que faz Austen acreditar, pela primeira vez em muito tempo, que talvez exista um lugar onde ela possa ser só ela mesma. Claro, nada disso importa quando o avião cai. [CHARLOTTE MATTHEWS X TRANSFEM!OC] [PRE!CRASH]
୭˚. ᵎᵎ HUNGRY 𓂃 '𝗬𝗘𝗟𝗟𝗢𝗪𝗝𝗔𝗖𝗞𝗘𝗧𝗦' by Camisxgrace
Camisxgrace
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A fome queimava em seu estômago, enquanto seus pés descalços vagavam pela terra úmida. O frio cortava sua pele como lâminas invisíveis, fazendo seu corpo tremer descontroladamente. Seus cabelos desgrenhados se agitavam ao vento, refletindo seu estado: uma alma à deriva, exausta e faminta. Abraçou-se numa tentativa vã de reter o pouco calor que ainda A restava. Então, passos. O som ecoou pela floresta silenciosa, e antes que pudesse reagir, uma dor lancinante rasgou sua coxa esquerda. Um grito escapou de sua garganta ao ver a flecha fincada em sua carne, o sangue escorrendo quente contra o frio implacável. Com a força que ainda lhe sobrava, ela correu. Ramo após ramo arranhava sua pele, espinhos rasgavam sua carne, mas nada importava além de fugir. O medo pulsava em suas veias, tão feroz quanto o frio que mordia seus ossos. Olhou para trás-sombras se moviam entre as árvores. Estava cercada. De repente, o chão cedeu. Seu corpo despencou na armadilha, madeira afiada cravando-se em sua pele. O impacto roubou o ar de seus pulmões, e a dor a envolveu como um abraço cruel. O sangue quente escorria pelos espinhos, tingindo o solo sob si. Tentou respirar, mas o frio já havia reclamado seu corpo. Seus lábios arroxeados entreabriram-se num último suspiro... e então, silêncio. Ela estava morta. Acima dela, duas figuras a observavam em silêncio. Seus olhos se encontraram brevemente, um deles claramente irritado enquanto puxava o cadáver inerte da armadilha. Isso não era para ter acontecido assim. A noite os envolvia, cúmplice do destino selado.