taehyuntesudo
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Heptacampeão nacional de patinação artística, Choi Beomgyu é um dos nomes mais comentados na Coreia do Sul.
Tabloides de fofoca, fãs do esporte, marcas famosas. Até mesmo a população geral, alheia ao mundo esportivo, tem conhecimento do peso do esportista no país. Não há uma esquina sequer nas principais metrópoles sul-coreanas que não tenha o rosto de Beomgyu exposto em outdoors. Choi Beomgyu era conhecido por ter revivido o esporte no país após a aposentadoria da rainha do gelo Kim Yuna.
E é exatamente por isso que todos não têm dúvidas de que Beomgyu representará a Coreia do Sul nos Jogos Olímpicos de Beijing. De que ele tentará correr atrás do ouro olímpico, algo do qual ele foi privado nas últimas duas olimpíadas, de 2014, em Sochi, e de 2018, em Pyeongchang.
Mas Beomgyu não tem tanta certeza assim.
Nem mesmo a ideia de conquistar uma medalha olímpica equivaler à isenção de seu serviço militar traz algum conforto sobre o caminho de sua carreira esportiva.
Porque Choi Beomgyu, como tantos outros atletas, é humano. E, como todos os outros humanos, ele carrega culpa.