Filhos de 1500.
4 stories
Os segredos de Kanuri, a guerreira Tupi. by GabrielGalhardo2
GabrielGalhardo2
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Nos primórdios da criação da tribo Guarani, Kerana, a bela filha de Marangatu, foi capturada pela personificação do espírito mau conhecido como Tau. Juntos eles tiveram sete filhos, que foram amaldiçoados pela grande deusa Arasy. Um dos seus filhos, Luison, deus da morte violenta, nunca ficou satisfeito com o mundo criado por Tupã, então deseja a destruição de tudo e todos para assim aumentar seus poderes e domínios com a morte alheia e poder recriar assim o mundo como deseja e acha ideal. Então, com o tempo ele consegue fortes aliados como o Boto, que com a sua persuasão leva várias criaturas do folclore para seu lado pra almejando formar um exército e atingir o seu objetivo. Alguns anos depois nasceu a filha do pagé, Kanuri Kinran, visitada no seu berço pela própria Caipora. Para assim ser criada e treinada desde o nascimento para se tornar uma líder abençoada pela natureza e escolhida pela deusa para um dia por fim nos planos de Luison. O livro se passa nos dias atuais, Kanuri tem 16 anos. Sua aldeia é semi tradicional e fica localizada entre os estados do Mato Grosso e a Amazônia.
Jegwaká: o Clã do centro da Terra (COMPLETO) 🏆Prêmio Melhores de 2019 🏆 by VaniadaSilva2
VaniadaSilva2
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🏆Prêmio "Melhores de 2019"🏆 Na úmida, densa e fechada floresta tropical, em tempos antigos, antes da chegada dos clãs que vieram do mar e após as guerras tribais que estabeleceram os limites do território terrestre de cada clã, uma família Te'ýi ergue uma casa grande e constitui ali a sua parentela com várias famílias nucleares. A uma dessas famílias os Járy, Donos ou deuses que habitam os diferentes patamares celestiais, enviaram três crianças: Avá Verá, hoje com treze anos, hábil e treinado no uso das diversas armas do clã, iniciado nos conhecimentos dos Donos de diferentes lugares, animais e forças da natureza e conhecedor de rezas para lidar com cada um deles; Kunhã Rendy, menina com doze anos, inteligente, sensível e com um intenso amor pela família e natureza; e Mitã Rory de apenas três anos. No mundo de Jegwaká, deuses, demônios, senhores das matas, das águas e de territórios terrestres e até do subsolo, convivem e atuam no mundo humano. E ali disputam uma guerra de posse de almas, corpos e territórios. Assim, no momento em que Kunhã Rendy começa a ser assediada, talvez enfeitiçada, por Adornado, ser misterioso que somente ela vê, e acontecimentos cataclísmicos, como ausência de caça e pesca e o incêndio da floresta, acontecem no território, a menina é acusada de atrair o mal e a família obrigada a fugir para se salvar. Em uma jornada em busca de desvendar o mundo não visível que inunda a floresta, rios, subsolo e, até, os patamares celestiais, Avá Verá, Kunhã Rendy e Mitã Rory, são crianças marcadas desde os tempos ancestrais. Eles foram enviados por um deus... mas despertaram o ciúme e a violência dos outros. ***** O livro Jegwaká: o clã do centro da Terra, foi selecionado pela Equipe do Wattpad em Toronto, Canadá, para configurar na lista destaque de Fantasia.
Kerana e os sete monstros lendários (contos) 🏆 Wattys2016 by VaniadaSilva2
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🏆 OBRA VENCEDORA DO WATTS2016 🏆 As histórias são antigas. De tempos eternos, imemoriais, passadas de geração a geração em determinação sagrada, ordenadas por deuses. Deveriam falar delas reunidos à beira do fogo nas manhãs, em dias frios, ou em sombras frescas debaixo de árvores ao calor da tarde, dentro de casa ou andando pelos caminhos, deveriam ser ensinadas todo o tempo e reafirmadas nos momentos de formação e de iniciação. São histórias sagradas que explicam a razão de ser das coisas, o porquê das existências, dos agrupamentos ou das separações, dos limites territoriais, as relações e organizações. Essas histórias ensinam sobre permissões e proibições, do que se aproximar e do que se afastar. São regras e ordenações, oferecem o incentivo e segurança. Envolvem proteção e benção, estão atreladas a maldições e mortes. São histórias vindas dos deuses, ensinadas pelos xamãs, repassadas aos jovens e crianças pelos mais velhos, desenhadas em paredes de cavernas, em utensílios de barro, reafirmadas nas cores e traços dos ornamentos, enterradas com pertences juntos aos mortos. Verdades não questionadas, orientações a serem respeitadas, ensinamentos a serem acreditados e inculcados às outras gerações. Histórias eternas.
Taínos: os herdeiros da invasão - WATTS2019 by VaniadaSilva2
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🏆 OBRA VENCEDORA DO WATTS2019 - CATEGORIA FICÇÃO HISTÓRICA 🏆(Em andamento) Hatuey tinha somente oito anos quando viu um deles pela primeira vez. A criatura estava morta e desfigurada. Seu corpo fora trazido pelas águas do mar e encontrado na praia de Quisqueya, território do povo Taíno, o clã do menino. Diziam que Hatuey era a criança da profecia. Fora por causa das insistentes visões e sonhos do Bohique, o xamã, que ele teve de ser iniciado com idade tão tenra, outros só o seriam depois de terem completado dez anos, ou mais. Mas foi quando Hatuey visualizou os olhos estatelados e sem vida do corpo na praia, que imagens ligadas à criatura, lhe vieram como em raios e trovões de tempestade: a visão de um futuro sombrio, cenas recortadas, embaçadas como neblina, rápidas. Elas diziam de traição, escravidão, doenças, perseguições e mortes. Muitas e terríveis mortes. Eles, os outros, só começariam a chegar, pelas águas do mar, dali a dois anos. Mas o que ninguém poderia imaginar era que os horríveis prognósticos, as aterradoras visões e profecias, tão incessantemente repetidas pelos xamãs, eram só um vislumbre do que estava por vir, com a chegada das criaturas que traziam em si o mal.