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Tudo pode dar errado se juntar à Copa do Mundo, mitologia e uma brasileira no meio de indivíduos estranhos e perigosos
S/N, a brasileira que cruzou o oceano com a mala e um sonho, foi para os Estados Unidos com um único objetivo: ver os jogos do Brasil na Copa. Porém, ela foi convidada - por livre e espontânea pressão - por quatro figuras que não deveriam existir no mesmo lugar, para assistir ao jogo da Noruega no Gillette Stadium, em Massachusetts, região metropolitana de Boston.
Lá, S/N conhece: Minos de Griffon*, o juiz do inferno que julga até impedimento Lune de Balron*, seu assistente escriba, que anota até a pausa para hidratação e suspiro e Loki, deus nórdico da trapaça, do veneno, do caos... e do flerte, que achou que Copa era evento social para causar.
No gramado estava ele Erling Haaland. O 'Cometa Haaland'. O 'Robô'. Divindade nos gramados . Um viking camisa 9, que vai fazer S/N ter que escolher: seguir o coração verde e amarelo, ou se render ao futuro adversário, carrasco norueguês que derruba zagueiro em campo.
Entre rituais gregos, profecias nórdicas e 90 minutos de jogo, S/N vai descobrir que misturar mitologias, ela vai descobrir que entre gols nórdicos e julgamentos do inferno, a única regra que vale é a do camisa 9.
Minos julga, Loki narra, Lune hidrata... e Haaland decide que S/N é dele para sempre.