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Ele pode ser um policial à beira do colapso, um jornalista curioso demais ou só um homem comum que cruza o caminho de alguém em um momento improvável. Em cada capítulo, uma nova versão de Wagner Moura ocupa o centro da história. Cada verso é um recorte, uma possibilidade, uma versão inventada dele.
Esta não é uma narrativa linear. São possibilidades, histórias independentes que começam como one shots, mas que, por puro apego emocional, acabam se transformando em algo maior.
Porque toda vez que eu digo que vai ser só um capítulo, nunca é só um capítulo.
Irei atualizar sempre que pensar em algo absurdo demais pra guardar só pra mim. E aceito sugestões. Na verdade, eu incentivo.