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76 stories
Delegando Aguiar [+18] - mutilador noturno by Gojo_baby
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Sua obsessão em desvendar o caso proibido a levou para o lugar errado, na hora errada. Agora, perseguida pelo caçador mais perigoso da cidade, a assistente do delegado Aguiar descobre que algumas verdades são mais aterrorizantes - e intoxicantes - do que jamais imaginou. O mesmo homem que ela jurou caçar é aquele que a encurrala na escuridão, cujo toque a faz duvidar de tudo. Entre o medo e o desejo, um jogo perigoso se inicia. E quando a máscara cair, ela precisará decidir: correr ou se render ao instinto mais primitivo que sempre habitou dentro dela.
Nando, Hexatombe - Lascívia  [+18] by Gojo_baby
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A lascívia não é um desejo. É um sistema de troca onde o corpo é simultaneamente moeda, mercadoria e mercado. É o desejo de consumir e ser consumido não como ato de destruição, mas como ritual de transmutação, onde dois egos se aniquilam no fogo do contato para que uma terceira entidade, breve e brilhante, possa nascer da cinza dos seus limites. É a fome que reconhece, no objeto do seu apetite, um apetite igual e oposto: o canibalismo consensual onde ser devorado é a forma mais alta de posse.
Henri, Hexatombe - Pecado Carnal [+18 ] by Gojo_baby
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Consagra-me com a fome que há em ti, e eu te devolverei um banquete do próprio deus que nos condenou. Farta-te. Não com moderação, mas com a gula sagrada dos condenados ao paraíso. Que o banquete seja tão vasto que a tua fome pareça pequena diante dele. Sorve, insaciável, não apenas o corpo, mas a essência, a sombra, o eco do gemido. Sacia uma sede mais profunda que a da garganta, a sede da alma que só o prazer carnal, brutal e total, consegue apaziguar por um instante. Pois este é o único ritual que vale a pena: aquele em que se perde tudo para se ganhar, não a salvação, mas o êxtase. E nesse êxtase, toda fome é saciada, toda sede é esquecida, e todo pecado se revela como a única verdade digna de ser vivida. Porque purificar não é apagar o pecado. É afogar-se nele até que nada mais reste, exceto a verdade nua e ofegante: que eras divino não apesar da tua fome, mas por causa dela. E este acto, tão obsceno quanto um milagre, foi a única oração que o teu corpo, sábio e pagão, sempre soube rezar.
Alê - Psikolera  - Deglutição [ +18 ] by Gojo_baby
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Dois corpos em simbiose, fundidos por um ritmo primordial. Sua pulsação sincronizada é a única ordem no caos, um batimento furioso que anula tudo mais. A multidão é um só animal, um delírio unânime de carne e suor, gritando e se esfregando num fervor que consagra apenas o corpo. Você anseia. Um desejo profano e absoluto que consome a razão. Arde,ofusca, aprisiona, invade. É o trago suave da canabis nos pulmões. O ardor do álcool corroendo a goela. O sangue vivo escorrendo sob a pele dele,quente e escandaloso. Você o quer por inteiro. Quer devorá-lo. Quer arrancá-lo do mundo com os dentes e possuí-lo agora. Dentro de si. Sem perdão.
Caito, Hexatombe - Encolerizante [ +18 ] by Gojo_baby
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Sinta o arrepio percorrendo sua coluna. Não é frio. É o reconhecimento de uma verdade profana. Você não está aqui por lealdade a uma causa maior. Você está aqui porque uma combinação arbitrária de linhas em uma testa adolescente condenou você à função de babá de um tirano em potencial. Sua habilidade, seu treinamento, a frieza que cultivou para sobreviver, tudo foi confiscado e direcionado para uma única tarefa: garantir que este ser frágil e magnífico em sua arrogância sobreviva até o momento designado para seu fim cerimonial. E o ódio que você sente por ele... Ah, o ódio. Você poderia reescrever o fim. Aqui. Agora. Olhe para a garganta dele, exposta pela inclinação da cabeça. Veja o pulso fraco batendo sob a pele clara. É um convite. Uma vulnerabilidade gritante que nega toda a fachada de poder. O ódio não é um sentimento. É um órgão novo. Um segundo coração, negro e pulsante, batendo no lugar do seu estômago. Cada batida injeta repulsa nas suas veias. Cada batida martela: Mate-o.
Cristino, Hexatombe - Recôndito [+18] by Gojo_baby
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Neste instante, a economia do desejo se completa: você deu sua umidade, sua complexidade, seu medo. Ele deu seu calor, sua aspereza, seu silêncio. Ambos falidos. Ambos reduzidos a uma verdade biológica simples, salgada e quente. É um desejo obsceno porque não é por união, mas por colonização. Por ser transformada, através daquele calor e daquela aspereza, em algo menos humana e mais real, uma criatura de nervos expostos e pulsação animal, que aprendeu, na cama de pedra imaginária desse cangaceiro, que a volúpia mais profunda não está no carinho, mas no reconhecimento mútuo de que ambos são, no fundo, bestas de carga do próprio destino, e que, por um instante, podem descarregar esse fardo no corpo um do outro, com uma fúria e uma verdade que deixam marcas mais profundas e mais duradouras que qualquer promessa de amor.
Aguiar, hexatombe - Provocações [+18] by Gojo_baby
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O que acontece quando você provoca alguém até o último fio da paciência? O que ocorre quando um corpo já carregado de tensão é levado ao seu limite absoluto? Você diz que quer ver. Diz que quer testar. Diz que aguenta o que vem depois. Mas será que está pronta para encarar o momento em que as rédeas se rompem? Quando o controle se desfaz e só resta o instinto - puro, bruto, irresistível. É como acariciar um animal enjaulado, achando que as grades o contêm. Até o instante em que você mesma entrega a chave, com suas provocações tolas, e descobre que não era ele quem estava preso. Era você. E agora, ele está solto. E os olhos dele não perguntam mais. Eles já sabem o que você nem ousava admitir que queria. --- Pronto para as consequências?
Labirinto - Catarse  [+18] by Gojo_baby
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Seus músculos são traidores. Eles queimam com um ácido corrosivo, pesados como cadáveres presos aos seus ossos. Você correu. Por minutos? Por horas? O tempo se derreteu, perdeu o sentido. Só resta o cansaço absoluto, a sensação de que seus pulmões vão romper a caixa torácica. Por que ele veio? A pergunta é um rasgo na lógica. Não há motivo, só um fato primordial: ele está aqui. Quem é ele? A ausência de resposta é mais aterrorizante que qualquer nome. Uma entidade. Um princípio. O caçador. Por que esse jogo? Porque o jogo é ele. A perseguição não é um meio para um fim; é o próprio ritual, a razão de sua existência. Por que se esconder? É a pergunta mais tola de todas. Você se esconde pela mesma razão que o animal ferido se arrasta para o mato: não pela esperança, mas pelo instinto cego, pela recusa biológica de aceitar o fim. Então, os passos. Eles não são apressados. São uma sentença sendo medida, sílaba por sílaba. Ecoam no corredor de pedra com uma cadência perfeita, intolerável. Toque. Pausa. Toque. Pausa. Lentos. Deliberados. Calculados. O som diz tudo: Ele te viu. Desde o primeiro instante. Ele te seguiu. Cada passo seu, cada volta errada, foi anotada. Ele está te caçando. E essa caçada é uma equação já resolvida. E nada, absolutamente nada, vai mudar isso. A certeza desce sobre você, fria e pesada como um manto de chumbo. Tardar sua morte por alguns segundos... A lógica é patética, mas é a única que resta. É o último ato de rebeldia de um animal acuado. É o mínimo que você pode fazer, certo? O seu tempo está acabando. Os passos não estão mais no corredor. Estão aqui. Do lado de fora da porta do quarto. Um, dois, três... Ele está chegando.
closet | chris sturniolo by imjustnicss
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☆ em que chris foge do internato para garotos e acaba dentro do closet de melina. | "melina, por favor... | uma noite e nada mais, | é só isso que eu preciso." (christopher sturniolo x fem!oc) ☆ started on november/2024 ☆ finished on december/2024 ☆ copyright © 2024 imjustnics
Nova no Condomínio - Matt Sturniolo  by silveryce
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Lu se muda para Los Angeles com seus pais e seu irmãozinho, mas quando sai para brincar com seu irmão, Max, pelo condomínio, ele entra no quintal do vizinho, ou dos vizinhos. Mas a Lu nunca imaginaria que o fato de seu irmão brincar no quintal de outra pessoa geraria um efeito borboleta extremo no futuro. Ass: Escritor