allinnedossantos
O Detetive Louis Tomlinson jurou nunca mais deixar Harry perto o suficiente para machucá-lo de novo. Só esqueceu de avisar o próprio corpo, que nunca aprendeu a obedecer essa promessa. Dois anos depois do divórcio, ele ainda acorda no meio da noite sentindo as mãos que se tornaram seu vício, ainda escuta a própria voz nublada pelo prazer intenso, sussurrando "sempre". Já o Detetive Harry Styles nunca aceitou que aquilo tivesse realmente terminado. O controle o excita, lembrar de suas mãos possuindo todo o corpo de seu parceiro, o faz ter certeza que, Louis, é de todas as formas possíveis, completamente e somente seu. Quando um corpo aparece em Ravenscombe com a mesma assinatura macabra de um caso que assombra Louis há uma década, os dois precisam voltar a trabalhar lado a lado. Cada toque, cada olhar queima mais do que deveria. Louis sabe que voltar para os braços de Harry é a decisão mais perigosa que pode tomar. Porque existe amor que cura, existe amor que consome e quanto mais o fio da verdade se desenrola, mais impossível fica enxergar a linha tênue entre esse amor e a obsessão. Louis e Harry estão prestes a descobrir de que lado dessa linha sempre estiveram. Pois há um mistério a ser desvendado: Quem é o Assassino da Máscara de Porcelana? Porém, também há um descontrole a ser domado. E no fim, ambos saberão que algumas coisas em que sempre acreditaram, talvez não sobrevivam ao desejo que nunca soube ser silenciado. Ao fogo que nunca soube ser apagado. Àquilo que os consome desde a primeira vez que suas peles se tocaram, e que agora, reacendido, ameaça queimar tudo que restou entre eles, a razão, a cautela, a própria certeza de quem está no controle e quem é a presa nessa história.