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ESTA OBRA TRATA-SE DE UM DARK FANTASY!
Giselle Cruentus é o erro que a sociedade vampírica tentou apagar. Fruto de uma união proibida e herdeira do sangue mais pútrido e das artes alquímicas mais sombrias, ela foi forjada no caos. Aos quinze anos, seu nome tornou-se um sussurro de tragédia em Valerincus, deixando para trás apenas o rastro de uma bruxa devastada e um vampiro entregue à loucura. Ela morreu para o mundo... para que pudesse renascer como a lâmina que cortaria o futuro.
Ela voltou por um único propósito. Um nome que ecoa como um sino fúnebre em sua mente: Alec Barathrum.
Ele é o enigma sob a batina. O sacerdote cuja voz acalma os fiéis, mas cujas mãos executam os exorcismos mais cruéis e amaldiçoados de que se tem notícia. Alec carrega no braço a marca infame: o estigma dos sacerdotes que banharam seus altares com o sangue dos ancestrais de Giselle. Para ela, ele é o carrasco de sua linhagem. Para a cidade, ele é um santo vivo.
O jogo é mortal e silencioso.
Giselle se infiltra nas sombras da catedral, movida por uma sede de vingança que o tempo não conseguiu esfriar. Ela quer o coração de Alec em uma bandeja de prata. No entanto, quanto mais ela o observa sob a luz pálida das velas, mais percebe que o "Santo" esconde algo que a fé não explica.
O que Giselle não sabe - e o que Alec luta cada segundo para esquecer - é que a batina não o veste por devoção, mas por condução. Ele não é o exterminador que ela imagina; ele é o ápice do que ela teme.
A profecia é clara, mas o ódio é cego:
"Ao tentar matar o Santo, você libertará o Herdeiro."
Se a lâmina de Giselle encontrar a carne de Alec, ela não terá sua vingança. Ela quebrará o lacre do inferno.
Ela veio para matá-lo. Ele está tentando não devorá-la.
No altar do sacrifício, quem cairá primeiro: a fé dele ou a vida dela?