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Três horas da tarde. Era sempre o horário que aparecia. Com seu jeito despojado e ao mesmo tempo intimidador, algo nele me atraia a atenção. Ele fazia despertar a disputa entre o céu e inferno dentro do meu corpo, que até antes de poder ver seus olhos esmeraldas, eu desconhecia. Minha mãe, aquela que nunca mereceu meu respeito, sempre me dizia que o destino sabe o que faz com nossas histórias. E nisso ela estava certa, pois este me levou até ele. O problema é que eu não imaginava que para a nossa salvação teria que ir até o perigo, o perigo de se estar viva entre seres sobrenaturais.