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Olhei com raiva nos seus olhos dourados e sem vida, grunhindo em frustração pela dor no meu peito enquanto o líquido vermelho se espalhava pelo piso e os policiais tentavam arrombar a porta para me pegar. Como eu cheguei nesse ponto? Não sabia. Mas a faca ainda permanecia espetada no seu coração e eu ainda apertava aquele cabo de madeira com tanta força que, por momentos, me perguntei se o sangue nas minhas mãos era realmente o seu ou o meu.
13/07/2021
História anteriormente postada também no Spirit.