JohnArisco
Você já conheceu alguém que esconde um monstro por trás do sorriso?
Já cruzou com alguém no metrô, no supermercado, ou na fila da farmácia... e sentiu algo errado, algo que não sabia nomear?
Este livro é sobre essas pessoas.
Sobre as sombras que andam entre nós.
Poliglota é mais do que uma investigação. É um mergulho profundo no lodo humano. Aqui, vítimas e algozes se confundem, heróis são frágeis, e monstros têm vozes doces, mãos delicadas e cheiro de perfume familiar. Cada capítulo é um corte aberto. Cada personagem carrega culpa, sede, e um passado do qual não consegue fugir.
Em São Paulo, corpos começam a aparecer.
Mulheres estranguladas, brutalizadas, com papiros escritos em idiomas esquecidos entalados na garganta.
Um assassino que se comunica com alguém - mas quem?
E por quê?
Na linha de frente estão três pessoas quebradas:
Arthur, o perito forense que carrega um trauma antigo.
Sophia, uma investigadora marcada na pele e na alma.
E a Linguista - sem nome, sem filtro, sem freios - uma mulher que quer mais do que traduzir mensagens. Ela quer ser lembrada.
No subterrâneo desta cidade imensa, há uma dança doentia entre vítimas e caçador.
E enquanto a polícia tenta decifrar os papiros, o assassino escreve sua própria narrativa.
Uma narrativa feita de sangue, controle, fetiches e lembranças distorcidas de uma infância em ruínas.
Não leia este livro esperando justiça.
Não espere redenção.
Espere violência.
Espere desconforto.
Espere verdades que você preferiria não saber.
E, acima de tudo:
lembre-se que há um motivo para ele ser chamado de Poliglota.
Ele vai encontrar a língua perfeita para conversar com você.