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Ë . ęˇ đĒģ . đĻšËâ đĨđđđđđ đđđđđđđđđ đđđ era um sopro de lenda viva â a Ãēltima herdeira de uma linhagem esquecida pelo tempo e protegida pelo silÃĒncio das eras. O sangue de Rowena ainda corria, discreto e ancestral, nas veias da jovem de olhos contemplativos e alma etÊrea.
James Potter cresceu com ela. Compartilharam cÊus, feitiços e risos nos corredores de Hogwarts. Violet era o norte em sua bÃēssola caÃŗtica, a voz que o ancorava quando tudo parecia girar depressa demais. Sua melhor amiga, seu alicerce. E tambÊm... o segredo mais bem guardado de James.
Desde os doze anos, ele a amava em silÃĒncio â um sentimento que crescia nas entrelinhas da amizade, nos gestos cotidianos e nos risos que pareciam eternos. Um clichÃĒ dos bons: apaixonar-se por quem sempre esteve ali. E, mesmo sabendo disso, James tentava fugir. Escondia-se em flertes vazios e paixÃĩes que evaporavam no primeiro sopro. Porque Violet... parecia inalcanÃ§ÃĄvel. E o pior: ela nÃŖo parecia notar.
AtÊ que tudo mudou: Violet estava encantada por alguÊm. Mas nÃŖo por James.
E foi entÃŖo que Potter decidiu lutar. Com a coragem de um grifo e a doce tolice de um garoto apaixonado, ele começou a tentar. Pequenos gestos, olhares demorados, palavras entre risos e silÃĒncios â tudo para dizer o que sentia, mesmo que ela nÃŖo visse. Ou fingisse nÃŖo ver.
Mas James nunca fora de desistir. E se amar Violet significasse esperÃĄ-la atÊ o Ãēltimo segundo do Ãēltimo dia, ele esperaria.
Porque hÃĄ amores que nÃŖo nascem do acaso, mas do destino. E se fosse para morrer, que fosse com um sorriso nos lÃĄbios â por tÃĒ-la amado. Por ter tentado. Por, quem sabe, tÃĒ-la tido.
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