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Love Me Slowly │chiyeon - BabyMonster by lluvvthe
lluvvthe
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Ahyeon sempre acreditou no amor - até viver um que a destruiu. O relacionamento com um garoto aparentemente perfeito virou uma armadilha: pequenas manipulações, promessas quebradas, palavras que machucavam mais que silêncio. Quando ela finalmente consegue sair, o que resta é só um vazio: ninguém é de verdade. ninguém fica. ninguém ama sem machucar. Ela volta pro internato com olhos cansados, palavras curtas e a certeza de que nunca mais vai se abrir pra ninguém. Mas lá está Chiquita. A melhor amiga de infância. A garota que cresceu com ela, que conhece cada versão da Ahyeon - a que sonhava, a que chorava por nada, a que ria alto demais, e agora, a que não acredita mais em nada. Chiquita sempre esteve lá. E sempre sentiu mais do que podia dizer. Ela amou Ahyeon quando eram só crianças jogando travesseiro uma na outra. Amou quando Ahyeon contou sobre o primeiro beijo. Amou em silêncio enquanto via o relacionamento dela com aquele cara piorar a cada semana. Amou mesmo quando a Ahyeon não se amava mais. Agora, Chiquita decide que não vai mais esperar. Ela vai mostrar que amor pode ser paciência. Que toque pode ser leveza. Que estar apaixonada não é sobre grandes declarações, mas sobre lembrar o cobertor favorito dela nas noites ruins. Sobre ficar em silêncio só pra que a Ahyeon não fique sozinha. Sobre sorrir quando a Ahyeon não conseguir. Sobre fazer ela sentir - aos poucos, sem pressão, sem cobrança - que o amor ainda existe. Mesmo que, no início, Ahyeon só veja sombra. Mesmo que Chiquita esteja morrendo de medo de nunca ser correspondida. Porque, no fundo, o que Chiquita mais quer... é que um dia, Ahyeon olhe pra ela - e finalmente veja o que é o amor.
Olhos em mim│Chiyeon - Babymonster  by lluvvthe
lluvvthe
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Chiquita sempre teve a estranha sensação de estar sendo vigiada. Nos corredores vazios do metrô. Na calçada deserta ao voltar do trabalho. Até mesmo em casa, sozinha, quando o silêncio parecia carregar uma respiração que não era a dela. Mas com tantos prazos, cobranças e decepções, aprendeu a fingir que não via. Não ouvia. Não sentia. No começo, achou que era só um doido qualquer. Mas então o "doido" passou a aparecer. Sempre que alguém a tratava mal - algo acontecia. Um homem a segue até em casa? Ele não consegue mais andar. É demitida sem motivo? O gerente da empresa cai em escândalo. Briga com uma colega? Prints aparecem, segredos vazam, reputações caem. E, em algum canto, ela sente. Alguém está ali. Olhando. Cuidando. Limitando. Ahyeon nunca tentou se esconder. Ela faria tudo de novo. Por amor. Por obsessão. Por causa daquele sorriso que não sai da cabeça dela desde o primeiro olhar. Não suporta a ideia de Chiquita triste. Ou insegura. Ou dividida com alguém. Ela quer Chiquita só pra ela. Inteira. Sem sobras pros outros. O problema? É que Chiquita não sabe se corre... ou se se joga nos braços dela de vez. Porque é insano ser amada assim. Mas é ainda mais insano o quanto isso faz seu peito doer de vontade. Capa feita por @hyunflvwer
Girlfriend │Rorasa - BabyMonster by lluvvthe
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Rora sempre foi certinha. Namorado perfeito, vida planejada, tudo nos eixos. Até Asa aparecer. Asa, com aquele sorriso preguiçoso e olhar cheio de promessas. Asa, que pegava quem quisesse, quando quisesse, e não tinha problema algum em cruzar limites. Quando Rora descobre que o namorado dela foi só mais um na lista de Asa, a raiva deveria ser o sentimento mais forte. Mas não é. É o desejo que Asa provoca só com um olhar nos corredores da escola. É o arrepio que sobe pela espinha quando Asa encurta a distância, com aquele jeito insolente e uma malícia que transborda. A primeira noite deveria ter sido um erro. Um momento impulsivo que Rora jurava nunca repetir. Mas a boca de Asa era doce, seus toques firmes, e o jeito como ela sussurrava no ouvido de Rora fazia qualquer racionalidade evaporar. E então veio a segunda noite. E a terceira. Até que Rora parou de contar. Entre corpos entrelaçados e desejos que transbordam em cada toque, Asa faz Rora se perder de si mesma, descobrir um lado que ela nunca imaginou existir. Asa não promete nada - nunca promete - e ainda assim, Rora se vê implorando por mais. Mais do gosto de Asa, mais das provocações, mais das noites que deixam marcas invisíveis na pele e na alma. Nos corredores, nos banheiros vazios, em cada encontro proibido, a tensão cresce. Rora sabe que está brincando com fogo, mas quando Asa a puxa pra perto, sussurrando com aquela voz rouca e cheia de intenções, como resistir? No fim, o pecado nunca foi tão tentador.
Oposto do Ódio │Rorasa - BabyMonster  by lluvvthe
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Ninguém se encara daquele jeito por acaso. Asa e Rora não são apenas inimigas - elas são catástrofes ambulantes que se colidem em cada esquina da Elite Hills. Não é sobre popularidade, nem liderança, nem quem reina sobre quem. É algo mais fundo, mais incômodo. É pessoal. Sempre foi. Asa é um incêndio que se recusa a ser apagado - desbocada, intensa, imprevisível. Uma tempestade de sarcasmo e magnetismo. Rora, por outro lado, é o inverno que te congela aos poucos: precisa, elegante, cruel no detalhe. A rainha do controle absoluto. Juntas, elas transformam a escola num campo minado de olhares cortantes, silêncios gritantes e disputas que beiram a guerra fria. Mas quanto mais elas se enfrentam, mais estranho fica. Os insultos começam a ter outro sabor. Os olhos demoram mais do que deveriam. E o ódio, aquele ódio tão conveniente, começa a rachar, a dar lugar a algo que ninguém ousa dizer em voz alta. Algo que queima. Que arrepia. Que assusta. Elas juram que se odeiam, mas o universo parece rir disso. Porque, no fundo, existe um segredo preso entre os dentes, uma verdade que nenhuma das duas tem coragem de admitir - uma verdade que, se escapar, pode destruir tudo... ou finalmente fazer sentido.
When Destiny Acts | Chiyeon, Rorasa, Rupha by djxhdk
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O BABYMONSTER é um grupo formado por sete garotas jovens, enérgicas e principalmente, muito unidas. Quando um novo projeto da YG entertainment é posto em prática, o destino parece agir na história das garotas, transformando suas conexões de formas especiais, entretanto, também romântica, despertando sentimentos nunca antes experimentados.
Minha melhor inimiga │Rorasa - Babymonster  by lluvvthe
lluvvthe
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Rora e Asa se odeiam desde... sempre. Não é exagero - o universo simplesmente decidiu que duas pessoas não deveriam coexistir no mesmo raio de cinco metros sem trocarem farpas, indiretas e ocasionais empurrões acidentais-no-cotovelo. Colegas de sala, rivais desde o fundamental e antagonistas em absolutamente tudo: do grêmio estudantil até quem pega o último pedaço de torta no refeitório. Mas o que Asa não sabe é que Rora tem um segredinho. Um baita segredinho. Rora escreve fanfics. Fanfic delas duas. Sim, DELAS. Com brigas, olhares intensos, tensão no ar e... beijos - muitos beijos. Só que tudo isso só acontece na imaginação. Na vida real, o máximo de contato é um "tira essa mochila da minha frente, por favor." A situação sai do controle quando a fanfic viraliza anonimamente, e todo mundo na escola começa a shippar "Rorasa". Asa começa a suspeitar de quem pode estar por trás da história - especialmente porque detalhes muito específicos da rotina delas estão na trama. Tipo o dia em que brigaram por causa de uma caneta. E na imaginação? Bem... isso terminou com um beijo contra o armário de vassouras. E agora? Como manter o disfarce, fugir do surto geral, e - o mais difícil - entender por que, no fundo, ela não odeia tanto assim a Asa? Talvez... só talvez... a fanfic não seja tão fictícia assim. Capa feita por @hyunflvwer
accidentally your │chiyeon - babymonster by lluvvthe
lluvvthe
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Ahyeon nunca foi do tipo romântica. Ela gosta de viver no próprio ritmo, provocar as pessoas certas e quebrar algumas regras pelo caminho. Mas, por algum motivo que nem ela consegue entender, passou os últimos meses escrevendo cartas anônimas para Rami-perfeita, impecável, inalcançável. Era um segredo ridículo, mas inofensivo. Apenas palavras no papel, um jeito seguro de lidar com algo que nunca teria coragem de admitir em voz alta. O problema? As cartas nunca chegaram ao destino certo. Por uma jogada cruel do destino, elas foram parar nas mãos de Chiquita. Sim, aquela Chiquita. A vizinha barulhenta, irritantemente intrometida, que tem um talento especial para deixá-la à beira de um colapso. Chiquita, que ao invés de devolver as cartas, simplesmente ficou com elas. Leu cada palavra. Guardou o segredo. Respondeu as cartas. E nunca disse nada. Quando Ahyeon descobre a verdade, sente tudo ao mesmo tempo-raiva, frustração, vergonha. Como Chiquita pôde esconder isso dela? Como pôde deixá-la continuar escrevendo, acreditando que Rami lia suas palavras, quando na verdade era ela o tempo todo? Ahyeon deveria odiá-la mais do que nunca. Mas então por que seu coração não acelera por Rami como deveria? Por que toda vez que Chiquita sorri daquele jeito ridiculamente lindo, é como se o chão sumisse sob seus pés? Ahyeon queria se apaixonar pela garota perfeita. Mas agora tudo o que ela quer é entender por que, no meio de toda essa bagunça, a única pessoa que realmente importa... é aquela que sempre odiou. E pior, não sabe se consegue mais odiá-la.
School of detention - RORASA. by sterluuy
sterluuy
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Rora é o tipo de garota que não se curva para ninguém. Regras são feitas para serem quebradas, limites para serem ultrapassados. Mas quando seus pais a obrigam a estudar em um internato rígido, ela se vê presa em um lugar onde sua rebeldia é um crime imperdoável. Lá, ela conhece Asa. Asa não é certinha, nem obediente, mas tem sua própria forma de desafiar o mundo - e, aparentemente, seu novo passatempo favorito é desafiar Rora. Elas não se suportam. Cada encontro vira uma briga, cada discussão é uma guerra, e cada palavra trocada parece ser feita para ferir mais fundo. Então, acontece. No auge de uma discussão, com olhares que queimam mais do que ferem, as palavras morrem. E antes que possam pensar, estão se beijando. Mas não é um beijo doce, nada disso. É um beijo cheio de raiva, de odio acumulado, um confronto que foge do controle e deixa ambas tremendo.
Somehow us│Chiyeon - Babymonster by lluvvthe
lluvvthe
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    Parts 35
Jung Ahyeon nunca precisou de ninguém. Herdeira de um império que ela mesmo criou, antes mesmo de entender o preço de uma escolha, cresceu cercada de luxo, poder e silêncios cirurgicamente esculpidos - do tipo que protege... e isola. À frente de uma das maiores corporações do país, ergueu tudo com precisão quase cruel: contratos blindados, reputação impecável, muros altos demais para se ver o outro lado. Afeto, para ela, era armadilha. Sentir, um erro de cálculo. E se blindar, a única forma de não ruir. Nada nunca a desequilibrou. Até agora. Chiquita não veio de nenhum lugar que parecesse justo. Mãe solteira, afundada entre contas impagáveis e calçadas que conhecem demais seus passos, carrega nos ombros um mundo inteiro que ninguém mais quis carregar. Tudo que busca é uma chance, um respiro, uma migalha de paz - mas o que encontra é uma porta grande demais pra sua história, uma sala onde tudo ecoa estranho... e uma mulher que a olha como se pudesse decifrar mais do que ela mesma quer lembrar. O acaso se contorce e vira enredo. Um rabisco esquecido. Um sorriso que aparece onde não devia. Uma pergunta inocente demais pra ser só curiosidade. Ahyeon não entende o porquê de estar quebrando as próprias regras por alguém que mal aprendeu a pronunciar. Chiquita não sabe por que, na presença daquela mulher, tudo parece prestes a desabar - inclusive o que ela passou a vida inteira escondendo de si mesma. Laços improváveis se formam. E feridas que pareciam adormecidas voltam a sangrar sem aviso. O que parecia um recomeço inocente talvez seja, na verdade, a abertura de um labirinto antigo... onde moram verdades enterradas demais - e perigosas demais pra continuarem esquecidas. Porque há histórias que não sabem morrer. E há presenças que, por mais improváveis, são exatamente o tipo de sopro que a verdade espera pra escapar.