Lista de leitura de luazzzitaa
5 stories
If Time Could Wait by MrsWriting123
MrsWriting123
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    Parts 31
After a terrible argument with Lee Rora, Enami Asa storms out of the dorm late at night, only to return the next morning as a three-year-old child. Now trapped in the body of a toddler, Asa becomes the center of complete chaos inside the BABYMONSTER dorm as the members struggle to hide her existence, survive her endless tantrums, and somehow continue their idol schedules without losing their minds. Between sleepless nights, destroyed apartments, suspicious managers, emergency babysitting shifts, and one very clingy child who refuses to leave Rora alone, the group slowly realizes that taking care of tiny Asa may actually be harder than being idols. And maybe... a little more precious too.
Girlfriend │Rorasa - BabyMonster by lluvvthe
lluvvthe
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Rora sempre foi certinha. Namorado perfeito, vida planejada, tudo nos eixos. Até Asa aparecer. Asa, com aquele sorriso preguiçoso e olhar cheio de promessas. Asa, que pegava quem quisesse, quando quisesse, e não tinha problema algum em cruzar limites. Quando Rora descobre que o namorado dela foi só mais um na lista de Asa, a raiva deveria ser o sentimento mais forte. Mas não é. É o desejo que Asa provoca só com um olhar nos corredores da escola. É o arrepio que sobe pela espinha quando Asa encurta a distância, com aquele jeito insolente e uma malícia que transborda. A primeira noite deveria ter sido um erro. Um momento impulsivo que Rora jurava nunca repetir. Mas a boca de Asa era doce, seus toques firmes, e o jeito como ela sussurrava no ouvido de Rora fazia qualquer racionalidade evaporar. E então veio a segunda noite. E a terceira. Até que Rora parou de contar. Entre corpos entrelaçados e desejos que transbordam em cada toque, Asa faz Rora se perder de si mesma, descobrir um lado que ela nunca imaginou existir. Asa não promete nada - nunca promete - e ainda assim, Rora se vê implorando por mais. Mais do gosto de Asa, mais das provocações, mais das noites que deixam marcas invisíveis na pele e na alma. Nos corredores, nos banheiros vazios, em cada encontro proibido, a tensão cresce. Rora sabe que está brincando com fogo, mas quando Asa a puxa pra perto, sussurrando com aquela voz rouca e cheia de intenções, como resistir? No fim, o pecado nunca foi tão tentador.
Efeito Jung' Chiyeon - babymonster by lluvvthe
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Chiquita sempre teve certeza do que sentia por Ahyeon. Ódio. Puro, simples, sólido. Ahyeon era barulho demais, sorriso demais, presença demais. Era o tipo de pessoa que parecia existir apenas para desorganizar o que estava no lugar - e Chiquita, que vivia de controle, não suportava a ideia de alguém conseguir mexer com ela com tão pouco esforço. Ahyeon também dizia odiar Chiquita. Dizia com a mesma convicção com que encostava perto demais, com que deixava comentários afiados, com que prendia o olhar tempo demais. Era um teatro bem ensaiado, porque a verdade era outra: Ahyeon queria Chiquita. Queria a reação, queria a atenção, queria aquele brilho de fúria nos olhos como se fosse a única coisa capaz de provar que Chiquita a enxergava. E, se Chiquita não cedia por vontade, Ahyeon fazia questão de empurrar pela raiva. Uma provocação no momento certo, um toque "sem querer" no corredor, uma frase sussurrada baixo o bastante para parecer segredo. A cada choque, a tensão subia, densa, elétrica, como se o ódio estivesse sempre a um passo de virar outra coisa. No fim, Chiquita ia ser dela. Nem que fosse na raiva. Nem que fosse no limite. Nem que, antes de admitir qualquer coisa, Chiquita precisasse se odiar um pouco por querer o que mais prometeu evitar. "Afinal, o efeito Jung acontece quando o coração insiste em bater por quem nunca te deixou em paz"
Riquinha Á Deriva' Rorasa - Babymonster  by lluvvthe
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    Parts 34
Asa sempre soube exatamente onde pisar - em pisos de mármore, tapetes caros e ambientes onde tudo é limpo, controlado e... previsível. Passar as férias na casa de praia do irmão mais velho já era um sacrifício por si só. Sol forte demais, areia em lugares insuportáveis e um mar que, na opinião dela, só podia ser um depósito gigante de bactérias. O plano era simples: evitar a praia ao máximo, manter a aparência impecável e sobreviver até poder voltar para casa. Rora, por outro lado, pertence àquele lugar. Entre ondas, risadas e dias intermináveis de sol, ela vive vendendo água de coco na areia, com o cabelo sempre bagunçado pelo vento, a pele dourada e histórias marcadas na pele em forma de tatuagens. Livre, intensa e completamente o oposto de tudo que Asa acredita ser "aceitável". O problema começa quando seus mundos passam a se cruzar - repetidamente. Obrigada a frequentar a praia contra a própria vontade, Asa se vê cada vez mais irritada pela presença constante de Rora, que parece ter um talento natural para testar sua paciência. Comentários provocativos, sorrisos debochados e uma insistência irritante em tratá-la como alguém comum. O que começa como puro desprezo rapidamente se transforma em algo mais difícil de ignorar. Porque, por trás da arrogância de Asa, existem rachaduras que ninguém nunca tentou enxergar. E por trás da leveza de Rora, há muito mais do que apenas liberdade. Entre discussões, provocações e encontros inevitáveis sob o sol escaldante, as duas vão descobrir que talvez o problema nunca tenha sido a areia, o mar... ou as diferenças entre elas. Mas sim o quanto é perigoso querer alguém que não deveria.
After Love' Chiyeon - Babymonster  by lluvvthe
lluvvthe
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    Parts 29
Ahyeon construiu um império com as próprias mãos, mas, sem perceber, deixou que o trabalho ocupasse o espaço onde antes existia presença. Chiquita tentou sustentar a família sozinha enquanto aprendia a lidar com a ausência silenciosa de quem ainda dormia ao seu lado. Quando um mal-entendido se instalou - um olhar fora de contexto, uma cena vista pela metade, uma secretária no lugar errado, na hora errada - a confiança se partiu. Não houve gritos. Houve distância. E o divórcio veio como um acordo racional para um amor que nunca deixou de doer. Agora, separadas, elas dividem a guarda das filhas. Uma adolescente que já entende demais e uma criança pequena demais para compreender por que as mães não moram mais juntas. Cada troca na porta, cada conversa necessária, cada detalhe cotidiano reabre feridas que nunca cicatrizaram por completo. Ahyeon sabe que errou. E sabe, sobretudo, que ainda ama Chiquita com a mesma intensidade de antes - talvez mais, agora que sabe o que perdeu. Chiquita, por sua vez, tenta seguir em frente enquanto luta contra a memória de um passado que insiste em se fazer presente nos gestos da outra, no olhar que nunca deixou de ser familiar, no espaço que ninguém mais conseguiu ocupar. Entre mágoas antigas, silêncios carregados e um amor que se recusa a morrer, as duas precisarão decidir se o que restou é apenas saudade... ou a chance de reconstruir algo que nunca deixou de existir.