Lista de leitura de akumoz
4 stories
Santo Agostinho - Confissões  by Libertholica
Libertholica
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SANTO AGOSTINHO ou Agostinho de Hipona foi um religioso e filósofo entre os mais influentes da Igreja católica primitiva. Nascido em Tagaste, norte da África, em 3y4 d.C., era filho de pai pagão e mãe cristã. Aos dezesseis anos, foi para Cartago, a fim de estudar e dar aulas de oratória. Em Milão, foi professor de retórica e dei\ou-se permear pelas ideias neoplatônicas. Depois de muitos conflitos internos, por fim converteu-se ao cristianismo, em 386. De volta à África, criou uma comunidade monástica cristã, tornando-se, em seguida, bispo de Hipona. Conhecido por ser um reformulador da filosofia patrística, considerava que apenas a fé não bastava, devendo ela estar acompanhada da razão, o que o levou a elaborar uma forma original de platonismo cristão. Entre suas preocupações teológicas estavam a razão como justificativa para a fé, a liberdade humana - o livre arbítrio -, o pecado original e a teoria da guerra justa. Autor de inúmeros escritos e sermões, um dos mais marcantes são estas Confissões, consideradas a primeira autobiografia da literatura ocidental. Nelas, Agostinho alcança o duplo estatuto de obra-prima literária e te\to fundamental do pensamento filosófico. As páginas narram a vida do autor e falam sobre suas crises até chegar à conversão. Os três últimos livros são dedicados à interpretação do relato bíblico do Gênesis. Santo Agostinho faleceu em 430 d.C. Edição: Penguin Companhia.
Albert Camus - O Mito do Sísifo by Libertholica
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Albert Camus, um dos escritores e intelectuais mais influentes do século XX, publicou O mito de Sísifo em 1942. Este ensaio sobre o absurdo tornou-se uma importante contribuição filosófico-existencial e exerceu profunda influência sobre toda uma geração. Camus destaca o mundo imerso em irracionalidades e lembra Sísifo, condenado pelos deuses a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de onde ela tornava a cair, caracterizando seu trabalho como inútil e sem esperança. O autor faz um retrato do mundo em que vivemos e do dilema enfrentado pelo homem contemporâneo: "Ou não somos livres e o responsável pelo mal é Deus todo-poderoso, ou somos livres e responsáveis, mas Deus não é todo-poderoso." Quando Camus publicou O mito de Sísifo , em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, o mundo parecia mesmo absurdo. A guerra, a ocupação da França, o triunfo aparente da violência e da injustiça, tudo se opunha de forma brutal e desmentida à ideia do universo racional. Os deuses que condenaram Sísifo a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de ela tornava a cair, caracterizaram um trabalho inútil e sem esperança que podia exprimir a situação contemporânea. Camus diz em O mito de Sísifo que "sempre houve homens para defender os direitos do irracional". A época atual vê renascer sistemas paradoxais que se empenham em fazer a razão tropeçar. O terrorismo individual sucede o terrorismo de Estado, e vice-versa. "Em O mito de Sísifo , Camus formulou ideias sobre a gratuidade da existência, o confronto entre a opacidade das coisas e nosso 'apetite de clareza', sobre o 'divórcio entre o homem e sua vida, entre o ator e seu cenário'." - Manuel da Costa Pinto.
Além do bem e do mal - FRIEDRICH WILHELM NIETZSCHE by Gabiaki
Gabiaki
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Do Original Alemão: JENSEITS VON GUT UND BÖSE © Copyright 2.001 by Hemus S.A. Todos os direitos adquiridos e reservada a propriedade literária desta publicação pela HEMUS LIVRARIA, DISTRIBUIDORA E EDITORA S.A. Visite nosso site: www.hemus.com.br Pedidos e Correspondência: Caixa Postal 073 - CEP 80011-970 - Curitiba - PR Impresso no Brasil / Printed in Brazil
O Anticristo - Friedrich Nietzsche by DanielWillians
DanielWillians
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Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em "O anticristo" o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo - ao qual chama de maldição - é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de ideias pré-fabricadas. A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico.