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Daniel Ricciardo, 36 anos, é pai solteiro desde que a mãe de Arvid foi embora quando ele tinha apenas dois anos. Agora com 18 anos, Arvid é perspicaz, provocador e não hesita em brincar que o pai deveria arrumar alguém e parar de viver só para ele. Daniel ri, desconversa e segue firme na rotina, apoiado pelos melhores amigos - Kimi Räikkönen e Sebastian Vettel, um casal improvável, sólido e sempre pronto para empurrá-lo gentilmente para fora da própria zona de conforto.
Algumas semanas antes do reencontro que mudaria tudo, Daniel se permitiu uma noite fora. Incentivado pelos amigos, ele acabou em um bar com Max Verstappen, 29 anos, acompanhado do casal Charles Leclerc e Carlos Sainz. Fechado e reservado após um casamento difícil com Sergio Pérez, Max não parecia alguém em busca de envolvimento - ainda assim, entre ele e Daniel houve química imediata, intensa e silenciosa, resolvida em uma única noite sem promessas, sem contatos trocados e sem expectativas. Algo que deveria ter ficado no passado.
Até não ficar.
Durante uma reunião escolar, Daniel descobre que o professor favorito de Arvid - o "Sr. Verstappen", como o garoto insiste em chamá-lo com admiração - é justamente Max. Em sala de aula, Max é diferente: paciente, envolvido, carinhoso com os alunos e especialmente atento a Arvid, por quem demonstra incentivo genuíno e uma presença que vai além da obrigação profissional. Para Daniel, isso desperta sentimentos conflitantes: gratidão, ciúme silencioso e uma atração que insiste em reaparecer a cada reencontro inevitável.
Entre reuniões escolares, olhares carregados e silêncios que dizem mais do que deveriam, Daniel e Max tentam se manter distantes, mesmo quando o desejo retorna de forma lenta, contida e perigosa. Porque às vezes o amor não chega fazendo barulho - ele se insinua nos silêncios, permanece nos olhares e, quando finalmente é reconhecido, já é impossível fingir que não pertence ali.