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Wanda Maximoff transformou seu luto em elegância, vestindo sua dor em preto absoluto e bordando saudade em tons diferentes de vermelho, o silêncio era sua assinatura. O mundo à conheceu como um dos gênios da moda, comparando-a até mesmo com Yves Saint Laurent, Christian Dior e Giorgio Armani - mas, o que poucos sabiam, é que não havia inspiração, ou uma grande criadora, apenas uma irmã tentando se desvincular do luto através de agulhas e tecidos.
Natasha Romanoff, por outro lado, era a Presidente da Rússia. Uma mulher que aprendeu cedo que sentimentos eram fraquezas mal administradas, deixando seu passado ser apagado com a mesma eficiência com que seus inimigos políticos, ou qualquer pessoa que ousasse entrar em seu caminho, desaparecesse.
Duas mulheres, Dois tipos de poder.
Wanda vestia o mundo.
Natasha governava parte dele.
Elas ainda não sabiam, mas o destino, sorrateiro como sempre, começava a criar uma bela história para elas, onde o amor e o domínio caminhavam perigosamente próximos.
De uma coisa, elas tinham certeza: Há encontros que não são coincidência, são inevitáveis.