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𝐂𝐨𝐩𝐚, 𝐨́𝐝𝐢𝐨 𝐞 𝐮𝐦 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐬𝐚 𝟗 by fanficnossolar
fanficnossolar
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Antonella é aquela torcedora brasileira que respira futebol e, nos dias que antecedem Brasil x Noruega, ela faz o que todo brasileiro faz: cria memes. E não é qualquer meme não, os dela bombam. Tanto que até o Haaland, o gigante norueguês, acaba esbarrando com eles na internet e fica de olho nessa brasileira maluca que não para de zoar ele. Só que o jogo chega. E o que era zoeira vira tragédia. O Brasil perde. E Antonella, junto com o coração de 200 milhões de torcedores, vai pro chão. Pra tentar afogar a dor, ela cai num bar em Nova Jersey com os amigos. Bebe mais do que devia. E, naquela coragem líquida que a gente só tem depois de umas três taças de vinho, ela invade o direct do Haaland e despeja todo o ódio que sente por ele ter destruído o sonho do hexa. O que ela não esperava é que ele, reconhecendo o perfil da menina dos memes, fosse responder. E que, entre uma provocação e outra, a conversa fosse virar algo que nenhum dos dois planejou. Porque se tem uma coisa mais imprevisível que perder um jogo, é se apaixonar justamente por quem tirou o título do seu país.
𝐃𝐎𝐍'𝐓 𝐏𝐈𝐂𝐊 𝐔𝐏, 𝐖𝐈𝐋𝐋 | Byler. by peitaodolirio
peitaodolirio
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#CONCLUÍDA 🔪﹒ ꒰꒰﹒﹒ Sinopse | Para Mike Wheeler, amar sempre foi confuso e profundamente errado. Seu relacionamento com Jane Hopper nunca passou de uma tentativa desesperada de normalidade. Eles brigavam, se feriam, prometiam mudar e repetiam os mesmos erros, presos a uma fantasia de casal estável que Mike nunca conseguiu sustentar. Ele não dizia "eu te amo". Não fazia promessas. Criticava cada atitude de Jane que fugisse de seus próprios conceitos rígidos de certo e errado. No fundo, ele sempre soube: era um péssimo namorado porque não amava ela. Nunca amou. Demorou, mas Mike finalmente entendeu a verdade que evitou por anos; sempre foi Will Byers. Sempre foi o silêncio confortável, os olhares prolongados, a necessidade quase física de protegê-lo. O problema é que, quando Mike aprende o que é amor de verdade, ele já não sabe mais amar sem dor. O ciúme o adoece. A rejeição o faz vomitar. A simples ideia de perder Will transforma seu corpo em um campo de guerra. E quando alguém machuca Will - com palavras, gestos ou intenções - Mike encontra outra forma de amar: vestindo uma máscara, usando uma voz diferente, assumindo o papel que ninguém mais tem coragem de assumir. Em Hawkins, pessoas começam a se ferir. Algumas desaparecem. Todas tinham algo em comum: chegaram perto demais de Will Byers. Mike não se vê como um monstro. Ele se vê como alguém que ama profundamente demais. E, para ele, proteger Will sempre vai valer mais do que qualquer moral, qualquer culpa... ou qualquer vida.