wassupmorgana
Quando um tiroteio termina com um dos homens de Cauã ferido e levado ao posto, é Luna quem assume os cuidados, contrariando ordens e protocolos. O embate entre ela e o traficante começa ali. Ele quer que ela obedeça. Ela quer que ele suma dali.
Mas a partir daquele dia, o destino insiste em cruzar seus caminhos. Ele começa a aparecer. No beco, no posto, na viela. Às vezes só observa. Às vezes provoca.
- Tu tem medo de mim, doutora?
- Tenho mais medo de quem se acha intocável.
- Então é corajosa... ou burra.
Luna o desafia. Questiona suas ações. Joga a verdade no rosto dele como ninguém ousa.
- Você se acha herói porque distribui cesta básica? Mas é bala que sai das mãos dos seus também. Não esquece disso.