gb_hshs
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Em meio ao caos que apodrecia o mundo, a personificação da beleza erguia-se diante das almas perdidas e impuras - não como salvação, mas como tentação. Todas estavam à mercê dele: o Pecado, soberano silencioso da ruína. Quando seus olhares se cruzaram pela primeira vez, o Pecado não hesitou; soube, com a certeza cruel de quem nunca falha, que faria dela sua devota, sua queda mais doce. Ela, porém, ainda ignorava o preço. Não sabia que aprenderia a desejar o medo, a venerar a adrenalina queimando em suas veias, nem que, ao se entregar à escuridão, sentiria algo que jamais conhecera: a ilusão de estar viva - pela primeira vez em sua existência miserável.