Fantasia brasileirada
3 stories
Aurora - As Areias do Tempo by ilupine
ilupine
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Aurora acreditava ter uma vida comum. Até descobrir que sua origem esconde um segredo capaz de mudar tudo. Forçada a retornar a um reino onde a magia nunca adormeceu, ela se vê presa a uma profecia antiga e a um poder que começa a despertar. Entre alianças, verdades ocultas e uma ameaça que cresce nas sombras, Aurora precisa aprender a sobreviver em um mundo onde confiar pode ser tão perigoso quanto lutar. O tempo está se esgotando. E algumas forças, uma vez despertas, jamais podem ser contidas. #1 em Aventura - Concurso Asas da Imaginação. #1 em Fantasia - Concurso Magic. #2 em Fantasia - Concurso Palavras Encantadas. #2 em Melhor Capa - Concurso Relâmpago de Natal. #2 em Melhor Capa - Concurso Estrela de Ouro. Capa feita pela incrível @anaraujo.
Contos Etherianos de AFROFANTASIA by rodzandonadi
rodzandonadi
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Contos de afrofantasia e afrofuturismo baseados na cultura africana e afrobrasileira. Mitologias bantu, iorubá, axante, egípcia e muito mais. De semideuses que enfrentam racismo no dia a dia de nossas cidades, a deuses que guerreiam pelos mais variados motivos. Ancestralidade e afrocentricidade em meu jeito de ver o passado, presente e futuro do nosso povo africano nas terras da Mãe África ou em diáspora. Venha conhecer o lado africano do universo que criei para minhas histórias: Etherion! Um novo conto (ou novo capítulo) todo domingo. Conto da semana - Nasce Hórus, o Vingador (completo)
Pega-pega com Folclóricos  by rodzandonadi
rodzandonadi
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Baseado no folclore brasileiro e na mitologia iorubá; com referência ao anime Pokémon. Com uma grande influência do universo de Percy Jackson. Este conto une lendas e passados indígenas e africanos em uma história curta, mas com aventura e conceitos de quebra de preconceitos e amizade. Sinopse Aquela era uma brincadeira comum para crianças mortais. Mas Zequinha não era normal, era descendente do povo divino dos iorubás. E não brincava com crianças comuns. Ninguém chamaria uma caipora, um curupira e uma cumpadi fulozinha, três dos mais conhecidos folclóricos entre os Guardiões da Mata, de comuns. Zequinha não brincava por diversão. Lanças, flechas e magia não eram divertidos. Não quando colocavam sua vida em risco. Ele jogava aquilo por necessidade. Por seu povo. E para dar àqueles três uma esperança que eles ainda não conheciam. Ele só esperava sobreviver à "brincadeira" para poder lhes contar isso. *** Este conto está revisado e reestruturado na Amazon. Mas você pode ler a história aqui que ela está completa, caso você não queira conhecer o universo de Semideuses e Bruxos. Ótima leitura! Todos os direitos reservados.