AS MAIORES LOQUINHA
6 stories
Ave, Pecadora/Loquinha by Ctrizz
Ctrizz
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Condenada pela própria família, Eduarda Fragoso é enviada a um internato católico para ser "corrigida". Ali, fé é controle, disciplina é violência e todo desvio é tratado como pecado mortal. Lorena Ferette é a encarnação da santidade: obediente, intocável, devota até a negação de si mesma. Quando uma denúncia transforma vigilância em perseguição, nasce um confronto perigoso entre culpa e desejo, poder e submissão. Dentro dos muros da redenção, onde Deus silencia e ninguém é inocente, a santidade começa a rachar. E o pecado deixa de pedir perdão.
TUA | loquinha (oneshot) by helostjames
helostjames
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tua | concluída Quando São Paulo começa a pesar ─ pelo barulho, pelas urgências das coisas que já não cabem ─ Lorena e Eduarda entendem que é hora de sair. Não para desaparecer, mas para respirar. Em Alter do Chão, às margens do rio Tapajós, o tempo se dobra à presença delas. Ali, longe do caos e das expectativas, o mundo aprende a ficar do lado de fora. Dentro, só permanece o essencial: duas mulheres e um refúgio. Ou Onde Lorena Ferette e Juquinha Fragoso se afastam de São Paulo e de tudo que ela representa.
Ponto de Ruptura | loquinha by krlaruts
krlaruts
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O Rio de Janeiro é uma vitrine: reflete beleza, esconde a podridão. Eduarda Fragoso caça a elite corrupta. Lorena Ferette é a esposa do seu maior alvo. Em lados opostos da lei, elas descobrem que a química ignora distintivos e alianças. Quando a caçadora deseja o ponto fraco da presa, a justiça se torna perigosamente pessoal.
TEORIA DO CAOS | loquinha by krlaruts
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A Teoria do Caos diz que o bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo. Para Lorena Ferette, o tufão começou quando uma mulher ruiva de jaqueta de couro invadiu seu elevador privativo.
AP. 304 by loquinha0726
loquinha0726
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Lorena sempre teve uma vida confortável - até o dia em que decidiu ser honesta sobre quem era. Filha de um grande empresário, ela é expulsa de casa ao se assumir lésbica e, de repente, precisa aprender a viver sem privilégios, sem plano B e sem a família que deveria apoiá-la. Determinada a provar que dá conta sozinha, Lorena só não esperava que o universo tivesse senso de humor. Eduarda passou a vida tentando caber no futuro que o pai, um desembargador respeitado, escolheu para ela. Fez Direito, odiou cada minuto e, depois de muitas discussões, saiu de asa dos pais para seguir um caminho completamente diferente: prestou concurso para a polícia - e passou. Pela primeira vez, Eduarda estava vivendo algo que realmente parecia seu. Elas já tinham se encontrado antes. Um dia improvável, química imediata, risadas fáceis e aquela sensação perigosa de que algo importante estava começando. Uma noite só. Nada planejado. Nada prometido. E era para ter acabado ali. Mas não acabou. Por um erro absurdo de aluguel e uma coincidência cruel demais para ser ignorada, Lorena e Eduarda acabam dividindo o mesmo apartamento. Roommates. Para evitar o desastre anunciado, estabelecem regras muito claras: nada de flerte, nada de repetir o passado, nada de sentimentos. Simples. Teórico. Totalmente inútil. Porque dividir um lar significa dividir café às pressas, conversas que vão longe demais, ciúmes mal disfarçados e uma tensão constante que insiste em transformar o cotidiano em comédia romântica. Entre tentativas frustradas de manter distância e sentimentos que não sabem obedecer combinados, Lorena e Eduarda vão descobrir que algumas histórias começam exatamente quando a gente jura que não vai se envolver.
Kenosis | LOQUINHA (Short Fic) by krlaruts
krlaruts
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    Parts 4
A teologia define Kenosis como o ato voluntário de um deus se esvaziar de sua própria divindade para se tornar carne. Para Eduarda, isso não era um dogma sagrado; era apenas a consequência inevitável de entrar naquela livraria na Rua Augusta. Quando o Absoluto colide com o Efêmero, a física dita que haverá destruição. O mito dita que haverá tragédia. Mas quando o Olimpo exige o sacrifício final, a única resposta possível é a heresia.