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3 stories
O Luto Deformado em Luxúria  by AnitaKattiane
AnitaKattiane
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Não há mais para onde fugir... Yoshiki está viciado na sensação do medo, no frio que antecede o toque e no pavor doce sussurrante. Seu corpo está corrompido, marcado por aquele que veio no lugar de seu amigo morto. O que era luto, agora pulsa como desejo. Talvez... agora seja o momento de se entregar.
CORVO BASTARDO ⎯ outonos passados by emimdeli
emimdeli
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ㅤ𝖢𝖮𝖱𝖵𝖮 𝖡𝖠𝖲𝖳𝖠𝖱𝖣𝖮ㅤㅤOUTONOS PASSADOS livro um ㅤ/ ㅤ+16ㅤ / ㅤfantasia sombria e mistério COLE não sabia o que esperar da sua vida quando descobriu que teria que morar com Peter Corbeau, um pai que permaneceu ausente e reservado durante anos, e que apenas agora parecia querer reatar os laços com o filho. Já seriam problemas o suficiente se o garoto não tivesse sido arremessado no turbilhão de desventuras e mistérios que é sua nova cidade, além de ter que viver sob novas etiquetas, com cartas misteriosas e o desaparecimentos de crianças, também precisava lidar com o fato de que possivelmente chamou a atenção de uma criatura estranha da floresta. Todos sabemos que no fim, essa história não é apenas sobre corvos. ㅤㅤㅤㅤ─────────────── (ATENÇÃO, essa obra pode apresentar gatilhos como; abuso físico, uso de drogas, menções a suicídio e insinuações sexuais. Por favor, caso não seja da faixa etária indicada ou seja sensível aos temas citados, peço que não vá além da sinopse)
Diário de uma escritora  by Tanexs
Tanexs
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Não lembro quando comecei a escrever. Só lembro do som. Um estalo leve dentro da minha mente, como se uma caixa velha tivesse se aberto sozinha, espalhando frases que eu ainda não sabia entender. É estranho viver com palavras nascendo o tempo todo. Algumas vêm suaves, como poeira no sol. Outras chegam como tempestade, bagunçando tudo, derrubando meus pensamentos feito livros espalhados pelo chão. Sou só uma garota com cadernos demais e coragem de menos. Uma observadora silenciosa tentando transformar caos em sentido. Escrevo porque dói quando não escrevo. Escrevo porque minhas emoções não têm outro lugar para morar. Talvez meus relatos não façam sentido para ninguém além de mim. Talvez sejam só memórias partidas, confissões escondidas, pedaços de mim que insistem em virar palavras. Mas decidi gravar tudo aqui. Cada lampejo. Cada fragmento. Cada verdade pequena demais para ser dita em voz alta. Este não é um livro. É um mergulho. Um rastro. Um arquivo vivo de quem eu sou enquanto tento me entender. Se alguém estiver lendo… bem-vindo ao meu oceano.