Lista de leitura de goldenboyz
2 stories
Corações Caídos  by LoreCosteira
LoreCosteira
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    Parts 33
Pergunto a ti.... O que dói mais? - a perca de um ente querido? A queda que lhe arranca divindade? A constante comparação? Ou uma lembrança que você não sabe de onde vem? Aquela que surge lentamente, como um sonho, talvez, que vai muito além da sua capacidade de compreensão. Entretanto, que abre seus olhos, e te ensina a reverter o tabuleiro. Havia algo de errado naquele lugar, Kain sempre soube. Entretanto, ele apenas precisava de um gatilho. Qual lado está certo?
O Manicômio by goldenboyz
goldenboyz
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    Parts 12
Na noite de Halloween, um grupo de jovens cruza os limites da cidade para uma festa em um manicômio abandonado, um lugar onde a loucura não foi curada, apenas encarcerada. O prédio não está vazio. Ele abriga algo antigo, faminto e plural: entidades que não apenas matam, mas brincam, observam e aprendem. Desde a primeira hora, o manicômio começa a agir. Portas se fecham sozinhas, corredores se distorcem, o tempo falha. Vozes sussurram segredos íntimos, arrancam culpas, provocam desejos proibidos. O terror não se manifesta de uma única forma: há presenças invisíveis, aparições físicas, jogos mentais e, pior, a possessão. Um deles deixa de ser apenas vítima e torna-se arma. O grupo se vê diante do impensável: sacrificar alguém que ama para sobreviver. À medida que o medo se intensifica, a união se desfaz. Eles se separam - por escolha ou desespero - em duplas frágeis, alianças momentâneas e solidões mortais. Cada caminho aprofunda o psicológico: o controle se transforma em paranoia, o humor vira crueldade, o amor vira dependência, a lealdade vira condenação. As entidades se adaptam a cada fraqueza exposta, manipulando comportamentos até que os próprios personagens passem a duvidar de si mesmos. A morte não é imediata. Ela persegue. Alguns escapam por instantes, acreditam ter vencido, apenas para perceber que o manicômio não precisa de paredes para continuar caçando. A próxima falha, o próximo erro, a próxima noite - tudo já foi marcado. Um a um, eles caem. Alguns lutam. Outros enlouquecem. Alguns imploram. No fim, apenas um sai vivo. Não como herói. Mas como alguém quebrado, marcado e permanentemente ligado ao que despertou naquela noite. Esta é uma história sobre escolhas impossíveis, sobre o horror de amar quem precisa ser destruído, e sobre a verdade mais cruel de todas: às vezes, sobreviver é apenas adiar o inevitável.