Lista de leitura de goldenboyz
3 stories
Corações Caídos  by LoreCosteira
LoreCosteira
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Quando o céu escurece. Quando os mortos se levantam. Quando o anjo chora. Quando Ele não vê. O que dói mais que uma queda? Uma lembrança que você não sabe de onde vem. "eu poderia te esperar por séculos, contanto que você ainda venha."
O Manicômio by goldenboyz
goldenboyz
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Na noite de Halloween, um grupo de jovens cruza os limites da cidade para uma festa em um manicômio abandonado, um lugar onde a loucura não foi curada, apenas encarcerada. O prédio não está vazio. Ele abriga algo antigo, faminto e plural: entidades que não apenas matam, mas brincam, observam e aprendem. Desde a primeira hora, o manicômio começa a agir. Portas se fecham sozinhas, corredores se distorcem, o tempo falha. Vozes sussurram segredos íntimos, arrancam culpas, provocam desejos proibidos. O terror não se manifesta de uma única forma: há presenças invisíveis, aparições físicas, jogos mentais e, pior, a possessão. Um deles deixa de ser apenas vítima e torna-se arma. O grupo se vê diante do impensável: sacrificar alguém que ama para sobreviver. À medida que o medo se intensifica, a união se desfaz. Eles se separam - por escolha ou desespero - em duplas frágeis, alianças momentâneas e solidões mortais. Cada caminho aprofunda o psicológico: o controle se transforma em paranoia, o humor vira crueldade, o amor vira dependência, a lealdade vira condenação. As entidades se adaptam a cada fraqueza exposta, manipulando comportamentos até que os próprios personagens passem a duvidar de si mesmos. A morte não é imediata. Ela persegue. Alguns escapam por instantes, acreditam ter vencido, apenas para perceber que o manicômio não precisa de paredes para continuar caçando. A próxima falha, o próximo erro, a próxima noite - tudo já foi marcado. Um a um, eles caem. Alguns lutam. Outros enlouquecem. Alguns imploram. No fim, apenas um sai vivo. Não como herói. Mas como alguém quebrado, marcado e permanentemente ligado ao que despertou naquela noite. Esta é uma história sobre escolhas impossíveis, sobre o horror de amar quem precisa ser destruído, e sobre a verdade mais cruel de todas: às vezes, sobreviver é apenas adiar o inevitável.