Lista de leitura de Ness_fic
5 stories
Our destiny by MistyMayDawn
MistyMayDawn
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Desde o seu nascimento, o príncipe Giyuu Tomioka, sendo o único homem ômega da sua família, foi prometido em casamento a um príncipe de outro reino. Ele já havia aceitado seu destino, casaria pelo bem de seu povo, contudo, o pequeno Giyuu criança não esperava encontrar um alfa plebeu muito gentil que acalentasse seu coração gélido e solitário demais. -- Postado no Spirit em conjunto com o projeto Aniverse Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo Gêneros: Drama / Tragédia, Gay / Yaoi, Literatura Erótica (Lemon), Romântico / Shoujo, Universo Alternativo Betagem por @_La_Fleur_ e @VampireWalker. E a capa por @Pomefiore
✂│𝕾𝐖𝐄𝐄𝐓  𝕭𝐎𝐎𝐋𝐃 ' saesagi fem.  by It0x__
It0x__
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『𝕾𝐀𝐄 𝕴𝐓𝐎𝐒𝐇𝐈 𝐟𝐞𝐦 𝖝 𝖄𝐎𝐈𝐂𝐇𝐈 𝕴𝐒𝐀𝐆𝐈 𝐟𝐞𝐦』 𝕾ae Itoshi é uma vampira que reprime uma sede insaciável pelo sangue de uma humana de olhos azul-oceano. 𝕸as existe um problema: o sangue de Yoshi Isagi é diferente dos outros. Raro. Doce. Quente. 𝕾angues raros atraem monstros. E Sae não deixará que nenhum outro ser sobrenatural tenha o prazer de provar aquele sangue. │𝐀𝐔 𝐕𝐀𝐌𝐏𝐈𝐑𝐄. │𝐅𝐄𝐌 𝐋𝐎𝐂𝐊. │𝐒𝐀𝐄 𝐈𝐓𝐎𝐒𝐇𝐈 𝐅𝐄𝐌. │𝐘𝐎𝐈𝐂𝐇𝐈 𝐈𝐒𝐀𝐆𝐈 𝐅𝐄𝐌. (Yoshi Isagi)
Juntos em uma casa by Mattheuz
Mattheuz
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Ideia: The New Gen 11 house -Canal: SpiriX Nossos queridos New Gen's vão ter que morar juntos,já que precisavam criar laços juntos Contém: Palavrão Alguns erros de português Ships
Esse sentimento 🏳️‍🌈 ryusae fem by mitsuri_bl
mitsuri_bl
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Lê aí pô Comentem que eu amooo❤️ ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
" Eu também era o seu filho... " by Nickyyee
Nickyyee
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- Shidou Ryusei: Eu cresci acreditando que não havia espaço para mim naquele lugar. Havia sempre gritos, sempre portas batendo, sempre olhares que me atravessavam como se eu fosse apenas um erro esquecido no meio da sala. Diziam que eu teria irmãos, dois, por parte de quem deveria ter sido meu pai. Mas, em mais um dia que deveria ser comum - ou ao menos fingir ser -, a discussão passou do limite. Vozes se ergueram, cortantes como lâminas, até que a frase ecoou pela casa como uma sentença: "Pode levar seus filhos embora. Os meus, você deixa." Eu também era filho. Mas ninguém parecia se lembrar disso. Minha vida sempre foi feita de ruídos e violência, de dias nublados mesmo sob o sol mais forte. Eu brigava. Na escola, nas ruas, comigo mesmo. Era a única linguagem que eu conhecia. Até que, em um dia absurdamente claro, desses que parecem zombar de quem só carrega tempestades no peito, tudo mudou. No meio de mais uma confusão, meus passos se chocaram contra livros espalhados pelo chão. Pertenciam ao garoto estranho da sala. Quieto demais. Invisível demais. Ninguém nunca reparava nele - eu incluso. Até aquele instante. Ele era... diferente. Os cabelos tinham a tonalidade do escarlate sob a luz, brilhando como se o próprio sol tivesse decidido repousar ali. Os olhos, de um azul profundo e opaco, lembravam um mar morto: belo, silencioso, perigoso. A pele clara contrastava com o caos ao redor, quase como se ele não pertencesse àquele mundo. Perguntei se a culpa era minha. Ele apenas assentiu, sem dizer uma palavra. Pela primeira vez em muito tempo, pedi desculpas. Ajoelhei-me para recolher o que havia caído, como se, ao tocar aqueles livros, eu também pudesse juntar algo quebrado dentro de mim. Eu não sabia ainda, mas naquele dia - entre gritos abafados, corredores sujos e um silêncio que falava mais que qualquer briga -, minha vida encontrou algo que nunca teve antes. Um ponto de calma. Um olhar parecia não me julgar.