saraherli
Às vezes, as memórias mais vívidas não são aquelas que guardamos em porta-retratos, mas as que construímos com as próprias mãos no chão da sala.
Nesta crônica, convido você a voltar comigo para uma mesa de seis cadeiras, onde o limite entre o sonho e o caos era apenas uma carta de baralho. Enquanto o mundo lá fora corria, o meu tempo parava ali, entre jogos de dama e a arquitetura do impossível.
Acompanhe essa reflexão sobre a delicadeza de construir sonhos, a presença constante do nosso "dragão" interno - aquele impulso secreto que busca o caos - e o ciclo infinito de desmoronar para recomeçar.
✨ E você? Qual é a lembrança de infância que até hoje te faz sorrir e refletir sobre quem você se tornou? Me conta aqui nos comentários!
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