Rorasa
3 stories
Vermelho é a cor do amor ' Rorasa - babymonster  by lluvvthe
lluvvthe
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Na adolescência, Asa e Rora eram inseparáveis. Estudavam juntas, riam juntas e, mesmo sem nunca assumirem, viviam algo parecido com um namoro escondido. O sentimento entre elas era puro, intenso e cheio de descobertas. Porém, tudo desmorona quando a mãe de Asa descobre a proximidade entre as duas. Convencida de que Rora era uma "má influência", ela usa seu poder na escola para expulsá-la, separando-as de forma cruel. Anos depois, os caminhos das duas são irreconhecíveis. Asa se tornou professora na mesma escola comandada por sua mãe. Está casada, tem duas filhas e vive em uma relação sufocante com um marido tóxico. Por fora, parece ter a vida perfeita. Por dentro, carrega medo, frustração e a sensação de ter perdido quem realmente era. Rora, por outro lado, cresceu envolta em ódio e abandono. Transformou-se em uma assassina profissional, movida pelo desejo de vingança contra a mulher que destruiu sua vida. Seu plano é simples e cruel: fazer a mãe de Asa sofrer da pior forma possível... tirando-lhe a filha. Mas tudo muda quando Rora reencontra Asa. O amor que nunca morreu volta à tona, ainda mais forte ao perceber o quanto Asa está presa em uma vida infeliz. Rora não consegue cumprir sua missão. Matar Asa seria repetir a mesma violência que um dia a destruiu. Dividida entre vingança e amor, Rora passa a querer Asa para si, desejando salvá-la daquele inferno. Já Asa, presa pelo medo, pelas filhas e pelas correntes invisíveis de sua vida atual, hesita. Entre passado e presente, amor e ódio, as duas terão de enfrentar escolhas que podem libertá-las... ou destruí-las de vez.
Girlfriend │Rorasa - BabyMonster by lluvvthe
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    Parts 30
Rora sempre foi certinha. Namorado perfeito, vida planejada, tudo nos eixos. Até Asa aparecer. Asa, com aquele sorriso preguiçoso e olhar cheio de promessas. Asa, que pegava quem quisesse, quando quisesse, e não tinha problema algum em cruzar limites. Quando Rora descobre que o namorado dela foi só mais um na lista de Asa, a raiva deveria ser o sentimento mais forte. Mas não é. É o desejo que Asa provoca só com um olhar nos corredores da escola. É o arrepio que sobe pela espinha quando Asa encurta a distância, com aquele jeito insolente e uma malícia que transborda. A primeira noite deveria ter sido um erro. Um momento impulsivo que Rora jurava nunca repetir. Mas a boca de Asa era doce, seus toques firmes, e o jeito como ela sussurrava no ouvido de Rora fazia qualquer racionalidade evaporar. E então veio a segunda noite. E a terceira. Até que Rora parou de contar. Entre corpos entrelaçados e desejos que transbordam em cada toque, Asa faz Rora se perder de si mesma, descobrir um lado que ela nunca imaginou existir. Asa não promete nada - nunca promete - e ainda assim, Rora se vê implorando por mais. Mais do gosto de Asa, mais das provocações, mais das noites que deixam marcas invisíveis na pele e na alma. Nos corredores, nos banheiros vazios, em cada encontro proibido, a tensão cresce. Rora sabe que está brincando com fogo, mas quando Asa a puxa pra perto, sussurrando com aquela voz rouca e cheia de intenções, como resistir? No fim, o pecado nunca foi tão tentador.
Riquinha Á Deriva' Rorasa - Babymonster  by lluvvthe
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    Parts 44
Asa sempre soube exatamente onde pisar - em pisos de mármore, tapetes caros e ambientes onde tudo é limpo, controlado e... previsível. Passar as férias na casa de praia do irmão mais velho já era um sacrifício por si só. Sol forte demais, areia em lugares insuportáveis e um mar que, na opinião dela, só podia ser um depósito gigante de bactérias. O plano era simples: evitar a praia ao máximo, manter a aparência impecável e sobreviver até poder voltar para casa. Rora, por outro lado, pertence àquele lugar. Entre ondas, risadas e dias intermináveis de sol, ela vive vendendo água de coco na areia, com o cabelo sempre bagunçado pelo vento, a pele dourada e histórias marcadas na pele em forma de tatuagens. Livre, intensa e completamente o oposto de tudo que Asa acredita ser "aceitável". O problema começa quando seus mundos passam a se cruzar - repetidamente. Obrigada a frequentar a praia contra a própria vontade, Asa se vê cada vez mais irritada pela presença constante de Rora, que parece ter um talento natural para testar sua paciência. Comentários provocativos, sorrisos debochados e uma insistência irritante em tratá-la como alguém comum. O que começa como puro desprezo rapidamente se transforma em algo mais difícil de ignorar. Porque, por trás da arrogância de Asa, existem rachaduras que ninguém nunca tentou enxergar. E por trás da leveza de Rora, há muito mais do que apenas liberdade. Entre discussões, provocações e encontros inevitáveis sob o sol escaldante, as duas vão descobrir que talvez o problema nunca tenha sido a areia, o mar... ou as diferenças entre elas. Mas sim o quanto é perigoso querer alguém que não deveria.