. ݁₊ baemon, lluvvthe ⊹ . ݁
26 stories
Masked Game' Chiyeon, Rorasa & Rupha - Babymonster  by lluvvthe
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Seis criminosas brilhantes, perigosas e impossíveis de controlar acreditavam conhecer todos os próprios limites - até caírem, uma por uma, numa armadilha planejada pela única pessoa paciente o bastante para estudar cada fraqueza delas. Rora derrubava estruturas políticas como quem movia peças num tabuleiro. Asa transformava corridas ilegais em espetáculo, risco e fuga. Chiquita sobrevivia atrás de rostos falsos, nomes inventados e mentiras perfeitas. Pharita roubava bancos como se desafiasse o mundo a impedi-la. Ahyeon comandava julgamentos clandestinos onde justiça e crime se confundiam. Ruka tentava se esconder numa vida comum, dando aulas de dança, mesmo carregando nas costas um passado de falsificação que nunca parou de persegui-la. Quando todas acabam presas pela mesma investigação, descobrem que a responsável por sua queda é Rami, uma agente infiltrada do FBI que conhece seus crimes, seus vícios e seus pontos fracos melhor do que elas gostariam. Mas, em vez de deixá-las apodrecer atrás das grades, Rami oferece uma saída: trabalhar para o FBI em uma missão quase suicida e ajudar a capturar uma organização criminosa formada por antigos inimigos delas. O problema é que nenhuma delas confia na outra. E confiar em Rami parece ainda pior. Obrigadas a agir como uma equipe, elas precisam infiltrar festas, manipular alianças, vencer corridas, assumir identidades falsas, invadir cofres e enfrentar fantasmas que cada uma preferia deixar enterrados. Entre traições, ameaças e acordos perigosos, Rora e Asa, Chiquita e Ahyeon, Ruka e Pharita acabam encontrando no caos algo muito mais arriscado do que liberdade: motivos para se importarem umas com as outras. Porque, quando criminosas são forçadas a salvar o mundo, a pergunta não é se elas vão obedecer. É quanto tempo vai levar até virarem o jogo.
Love Me Slowly │chiyeon - BabyMonster by lluvvthe
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Ahyeon sempre acreditou no amor - até viver um que a destruiu. O relacionamento com um garoto aparentemente perfeito virou uma armadilha: pequenas manipulações, promessas quebradas, palavras que machucavam mais que silêncio. Quando ela finalmente consegue sair, o que resta é só um vazio: ninguém é de verdade. ninguém fica. ninguém ama sem machucar. Ela volta pro internato com olhos cansados, palavras curtas e a certeza de que nunca mais vai se abrir pra ninguém. Mas lá está Chiquita. A melhor amiga de infância. A garota que cresceu com ela, que conhece cada versão da Ahyeon - a que sonhava, a que chorava por nada, a que ria alto demais, e agora, a que não acredita mais em nada. Chiquita sempre esteve lá. E sempre sentiu mais do que podia dizer. Ela amou Ahyeon quando eram só crianças jogando travesseiro uma na outra. Amou quando Ahyeon contou sobre o primeiro beijo. Amou em silêncio enquanto via o relacionamento dela com aquele cara piorar a cada semana. Amou mesmo quando a Ahyeon não se amava mais. Agora, Chiquita decide que não vai mais esperar. Ela vai mostrar que amor pode ser paciência. Que toque pode ser leveza. Que estar apaixonada não é sobre grandes declarações, mas sobre lembrar o cobertor favorito dela nas noites ruins. Sobre ficar em silêncio só pra que a Ahyeon não fique sozinha. Sobre sorrir quando a Ahyeon não conseguir. Sobre fazer ela sentir - aos poucos, sem pressão, sem cobrança - que o amor ainda existe. Mesmo que, no início, Ahyeon só veja sombra. Mesmo que Chiquita esteja morrendo de medo de nunca ser correspondida. Porque, no fundo, o que Chiquita mais quer... é que um dia, Ahyeon olhe pra ela - e finalmente veja o que é o amor.
Olhos em mim│Chiyeon - Babymonster  by lluvvthe
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Chiquita sempre teve a estranha sensação de estar sendo vigiada. Nos corredores vazios do metrô. Na calçada deserta ao voltar do trabalho. Até mesmo em casa, sozinha, quando o silêncio parecia carregar uma respiração que não era a dela. Mas com tantos prazos, cobranças e decepções, aprendeu a fingir que não via. Não ouvia. Não sentia. No começo, achou que era só um doido qualquer. Mas então o "doido" passou a aparecer. Sempre que alguém a tratava mal - algo acontecia. Um homem a segue até em casa? Ele não consegue mais andar. É demitida sem motivo? O gerente da empresa cai em escândalo. Briga com uma colega? Prints aparecem, segredos vazam, reputações caem. E, em algum canto, ela sente. Alguém está ali. Olhando. Cuidando. Limitando. Ahyeon nunca tentou se esconder. Ela faria tudo de novo. Por amor. Por obsessão. Por causa daquele sorriso que não sai da cabeça dela desde o primeiro olhar. Não suporta a ideia de Chiquita triste. Ou insegura. Ou dividida com alguém. Ela quer Chiquita só pra ela. Inteira. Sem sobras pros outros. O problema? É que Chiquita não sabe se corre... ou se se joga nos braços dela de vez. Porque é insano ser amada assim. Mas é ainda mais insano o quanto isso faz seu peito doer de vontade. Capa feita por @hyunflvwer
Acordo Real' Chiyeon - Babymonster  by lluvvthe
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Ahyeon nunca duvidou do próprio destino. Desde criança, foi educada para governar ao lado de um príncipe forte, respeitável, alguém que representasse exatamente o que esperavam dela. Amor não era prioridade, mas o ideal masculino fazia parte da promessa. Quando o tratado entre reinos exige uma aliança imediata, Ahyeon acredita que finalmente chegou sua vez. Mas o acordo não vem com um príncipe. Vem com a Chiquita. Princesa de um reino distante, madura demais para a própria idade, feminina demais para se encaixar nas expectativas de Ahyeon, e perigosamente à vontade dentro de um casamento que nunca pediu. A união é anunciada como estratégica, impecável aos olhos da corte - e vazia por dentro. Um casamento de fachada, sustentado por um acordo claro: nenhuma exigência, nenhuma fidelidade, nenhum sentimento envolvido. Chiquita aceita sem resistência. Vive, sorri, deseja. Ahyeon suporta. Até perceber que suportar não é o mesmo que ser indiferente. Cada mulher que se aproxima de Chiquita, cada rumor que atravessa os corredores do palácio, cada noite em que sua esposa não retorna aos aposentos reais começa a corroer algo que Ahyeon não reconhece de imediato. Não é raiva. Não é posse declarada. É um incômodo constante, crescente, impossível de ignorar. O que deveria ser apenas política se transforma em um jogo silencioso de olhares, controle e ciúme mal disfarçado. E quanto mais Ahyeon tenta se agarrar ao ideal que sempre acreditou querer, mais claro se torna que o verdadeiro risco daquele casamento não está na quebra do tratado - mas na possibilidade de desejar exatamente aquilo que jurou nunca precisar.
Antes Que Seja Tarde │Chiyeon - babymonster by lluvvthe
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E se você acordasse com 17 anos de novo... mas soubesse exatamente tudo que vai acontecer? Que a garota que hoje passa por você no corredor, com os fones no ouvido e o coração escancarado, vai ser a mulher que um dia vai te amar mais do que a própria vida? E se você também soubesse que vai quebrar essa mulher em mil pedaços antes disso? Que vai fazer ela se calar, se apagar, desistir de você aos poucos mesmo depois de ter te escolhido todos os dias? Ahyeon abre os olhos e não está mais no quarto do apartamento silencioso, onde o café da manhã sempre esfria antes que alguém diga "bom dia". Ela está de volta - no uniforme da escola, na pele ainda sem cicatrizes, no tempo em que tudo era possível e tudo também podia ser estragado. Mas diferente de antes, agora ela sabe. Sabe que aquela menina doce, com a mochila remendada e o riso mais puro do mundo, vai ser o lar que ela tanto procurou. Sabe que vai amar Chiquita mais do que qualquer outra coisa - mas só depois de já ter machucado demais. Sabe que vai mentir, esconder, fugir. Que vai se calar quando deveria gritar por ela. Sabe que vai fingir que não a vê no pátio da escola, que vai rir de piadas que doem nela, que vai deixá-la esperando do lado de fora, debaixo de chuva, com flores nas mãos e o coração aos pedaços. Sabe que, no futuro, vai ter o sobrenome dela no papel... mas não vai ter mais o amor. Agora, com uma segunda chance costurada pelas mãos do impossível, Ahyeon tem nas mãos o poder de reescrever tudo. De fazer diferente. De amar alto. De escolher Chiquita com o peito aberto - mesmo que isso custe o mundo que conhecia. Mas o universo não gosta de ser enganado. E nem sempre o passado pode ser mudado... ou será que pode?
Inimigas com benefícios' Chiyeon - babymonster by lluvvthe
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A regra mais importante entre Ahyeon e Chiquita sempre foi simples: nunca transformar aquilo em algo sério. O problema é que ninguém avisou que seria impossível continuar fingindo indiferença depois de se conhecerem a vida inteira. Filhas de duas famílias bilionárias que decidiram unir seus impérios em uma única empresa, as duas cresceram cercadas pelas mesmas festas luxuosas, pelos mesmos jantares insuportáveis e pela mesma competição doentia criada entre elas desde pequenas. Todo mundo esperava que Ahyeon e Chiquita se tornassem a dupla perfeita para assumir a empresa no futuro. Em vez disso, elas viraram rivais. Rivais que discutem em reuniões. Que transformam entrevistas em guerras silenciosas. Que sabem exatamente como destruir a paciência uma da outra em poucos segundos. E rivais que, por algum motivo terrível, continuam se pegando escondido. Ninguém sabe sobre os beijos roubados depois das brigas. Sobre as madrugadas em hotéis durante viagens de negócios. Sobre Ahyeon empurrando Chiquita contra a porta do próprio escritório depois de jurar que estava cansada dela. Ou sobre Chiquita aparecendo no apartamento de Ahyeon no meio da noite só para provar que ainda conseguia fazê-la perder o controle. Porque não importa o quanto briguem, afastem-se ou tentem agir como se aquilo não significasse nada - elas sempre voltam. Só que as coisas começam a piorar quando o ciúme deixa de parecer apenas possessividade, quando outras pessoas começam a chamar atenção demais e quando Ahyeon percebe que odeia o silêncio de Chiquita muito mais do que odeia suas provocações. Afinal, é fácil lidar com uma inimiga. Difícil é quando sua inimiga também é a mulher que você mais deseja.
O caminho até você ' Chiyeon & Rorasa - Babymonster  by lluvvthe
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Ahyeon cresceu cercada por tudo o que dinheiro pode comprar - menos a coragem de ser quem realmente é. Entre festas caras, amigos barulhentos e pais que a amam demais para imaginar que algo possa estar errado, ela aprendeu a performar a filha perfeita. A única coisa que nunca conseguiu controlar é o medo: medo de decepcionar, medo de quebrar expectativas, medo de admitir que talvez não goste do que sempre fingiu gostar. Acontece que a verdade costuma bater na porta quando a gente menos espera. E, dessa vez, literalmente. Chiquita, entregadora de uma pizzaria pequena e quase falida, aparece numa noite de chuva trazendo uma pizza atrasada e uma sinceridade que Ahyeon não sabe lidar. Ela não tem tempo pra patricinha mimada, nem disposição pra sorrisos educados - a realidade dela é outra, feita de contas, turnos longos e uma avó que depende de cada entrega. Ahyeon deveria esquecer. Mas não esquece. Do outro lado da calçada, Rora tenta manter a própria vida funcionando enquanto segura a pizzaria com as próprias mãos. A rotina dela sempre foi dura demais pra dar espaço pra qualquer outra coisa. Já Asa, da pizzaria rival, parece existir só pra irritar Rora - rápida, provocadora, rica, e com um interesse que tenta esconder atrás de piadas e provocações. Todo mundo enxerga a faísca entre as duas. Menos elas. Uma festa na casa errada, uma entrega no momento certo (ou completamente errado), uma discussão que ninguém esperava - e as quatro acabam cruzando caminhos de um jeito que nem dinheiro, nem rotina, nem orgulho conseguem impedir. E nenhuma delas está preparada para o que acontece quando a vida real finalmente empurra cada uma pro limite.
accidentally your │chiyeon - babymonster by lluvvthe
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Ahyeon nunca foi do tipo romântica. Ela gosta de viver no próprio ritmo, provocar as pessoas certas e quebrar algumas regras pelo caminho. Mas, por algum motivo que nem ela consegue entender, passou os últimos meses escrevendo cartas anônimas para Rami-perfeita, impecável, inalcançável. Era um segredo ridículo, mas inofensivo. Apenas palavras no papel, um jeito seguro de lidar com algo que nunca teria coragem de admitir em voz alta. O problema? As cartas nunca chegaram ao destino certo. Por uma jogada cruel do destino, elas foram parar nas mãos de Chiquita. Sim, aquela Chiquita. A vizinha barulhenta, irritantemente intrometida, que tem um talento especial para deixá-la à beira de um colapso. Chiquita, que ao invés de devolver as cartas, simplesmente ficou com elas. Leu cada palavra. Guardou o segredo. Respondeu as cartas. E nunca disse nada. Quando Ahyeon descobre a verdade, sente tudo ao mesmo tempo-raiva, frustração, vergonha. Como Chiquita pôde esconder isso dela? Como pôde deixá-la continuar escrevendo, acreditando que Rami lia suas palavras, quando na verdade era ela o tempo todo? Ahyeon deveria odiá-la mais do que nunca. Mas então por que seu coração não acelera por Rami como deveria? Por que toda vez que Chiquita sorri daquele jeito ridiculamente lindo, é como se o chão sumisse sob seus pés? Ahyeon queria se apaixonar pela garota perfeita. Mas agora tudo o que ela quer é entender por que, no meio de toda essa bagunça, a única pessoa que realmente importa... é aquela que sempre odiou. E pior, não sabe se consegue mais odiá-la.
The Wrong Jung │Chiyeon - babymonster by lluvvthe
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    Parts 30
Pharita quebrou Chiquita de um jeito que ninguém viu, mas que todo mundo sentiu. Foi um estouro silencioso, do tipo que deixa o peito ecoando por dentro. Dois anos de namoro jogados no chão com um beijo escondido - e não em qualquer boca. Pharita traiu Chiquita com a única garota que Ahyeon, sua irmã, amava em segredo, no escuro, do jeito mais solitário possível. E naquele instante, alguma coisa em Chiquita morreu. Outra coisa nasceu. O nome disso? Ódio. Ela odiou Pharita, claro. Mas não parou aí. Odiou tudo que lembrava ela. O sobrenome. A família. A Ahyeon, que sempre a olhou como se soubesse de alguma coisa que ela não sabia. Ahyeon, que odiava Chiquita desde o início. Que nunca escondeu o desprezo. Que sempre teve aquela cara de quem torcia pra tudo desmoronar. E quando desmoronou, foi ela quem ficou do outro lado da sala, cruzando os braços, dizendo: "Eu avisei." Só que a dor delas tinha o mesmo gosto. E é aí que tudo começa a sair do controle. Elas decidem fingir. Fingir que se amam. Fingir que estão juntas. Fingir tão bem que ninguém duvide - nem mesmo elas. Começa com fotos forçadas, provocações públicas, sorrisos ensaiados pra doer em quem assiste. Um jogo de ego e vingança, onde cada toque é um ataque. Só que o jogo não para onde deveria. Nunca para. Chiquita começa a olhar demais. A pensar demais. E Ahyeon começa a vacilar. As respostas dela já não vêm tão afiadas. Os olhares duram um segundo a mais do que deveriam. E é nesse meio do caminho - entre a mentira e o que talvez nunca foi - que a verdade encosta no peito de Chiquita feito uma lâmina: Talvez o erro nunca foi amar uma Jung. Talvez o erro foi ter amado a errada. A mentira começa a doer mais que a traição. E no fundo do ódio, as duas descobrem que a raiva sempre foi só um disfarce pro que elas nunca tiveram coragem de sentir de verdade.
My Mother's Best Friend' Rorasa - Babymonster  by lluvvthe
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    Parts 27
Rora sempre foi o tipo de mulher que fazia tudo certo. Casamento longo, rotina previsível, escolhas seguras. Até Asa. Asa, que cresceu circulando pela casa como se sempre tivesse pertencido àquele espaço. Asa, filha da sua melhor amiga, agora com dezenove anos e um olhar que não tinha nada de inocente. Para Asa, o divórcio de Rora nunca foi um choque. Foi uma abertura. Um detalhe conveniente. Enquanto todo mundo via uma mulher ferida tentando se recompor, Asa via uma brecha. E ela não era do tipo que ignorava oportunidades. Asa observa Rora com atenção demais. O jeito como ela prende o cabelo quando está cansada, como cruza as pernas sem perceber, como a voz falha quando se irrita. Não há pressa, só intenção. Asa se aproxima aos poucos, ocupa o sofá ao lado, encurta distâncias sob pretextos banais. Um sorriso torto aqui, um toque que dura mais do que deveria ali. Sempre no limite do que pode ser negado depois. Rora percebe. Finge não perceber. Luta contra o corpo que reage antes da razão, contra a culpa que aperta o peito, contra o absurdo de desejar alguém tão mais nova, alguém que jamais deveria olhar para ela desse jeito. Mas Asa não recua. Asa provoca como quem sabe exatamente o que está fazendo. Como quem já decidiu. Entre silêncios carregados, olhares que queimam e uma tensão que cresce a cada encontro, Rora começa a entender que o verdadeiro perigo não é o que pode acontecer, mas o quanto ela quer que aconteça.