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17 stories
Palavras ao Vento by LeticiaCibele
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É Deus quem faz você entende toda poesia que torna mais valiosa a vida é prova que ainda dá pra ser feliz.
Esaú e Jacó ♥ Machado de Assis by amelia_sanchez
amelia_sanchez
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Esaú e Jacó é o penúltimo livro de Machado de Assis, lançado em 1904, quatro anos antes da sua morte, pela Garnier, e, segundo a maioria dos críticos, em pleno apogeu literário, depois de escrever, em 1899, Dom Casmurro, o mais célebre de seus livros. Esaú e Jacó se destaca por consolidar esta suave maestria no domínio da narrativa. Machado despoja-se da excentricidade ocasional num texto que abandona resquícios do picaresco e envereda num realismo que retoma a melancolia e o lirismo que se iniciara na primeira fase de sua produção literária. Destaque são os personagens muito próximos da vida real. A ambiguidade narrativa se instaura com o Conselheiro Aires, personagem e narrador, que no entanto, também é visto a partir de uma terceira pessoa. Ele contracena com Natividade, mãe dos gêmeos Pedro e Paulo, que protagonizam este romance. E Machado chega quase à perfeição formal ao estabelecer esta trama fascinante onde os iguais são opostos e concorrentes. Discordam na política, na vida, sempre em campos opostos, um contra o outro, pois Paulo é republicano e ingressa na faculdade de Direito, enquanto Pedro é monarquista e cursa Medicina, mas chegam a cortejar a mesma mulher que fica indecisa entre ambos. Com tal jogo de opostos, Machado pode retratar um tempo de grande agitação política naqueles finais de século 19, conforme comentava também em crônicas para jornais, não sendo estranho ao livro temas como abolição da escravatura, encilhamento e Estado de sítio, porém o tema melhor abordado e reconhecido é a Proclamação da República. Conforme tem se analisado, Machado de Assis dá um tom metafórico e relativista ao romance; ou seja, a conclusão final, na dúvida se Paulo e Pedro são iguais ou diferentes, está contida o fato de que república e monarquia são mera questão partidária de interesses de grupos políticos que desejam mera troca de poder.
As Doze Princesas Dançarinas (1812) by ClassicosLP
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Obra dos alemães Irmãos Grimm.
Vinte Mil Léguas Submarinas (1869) by ClassicosLP
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Obra do francês Jules Verne.
Os Três Mosqueteiros (1844) by ClassicosLP
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Obra do francês Alexandre Dumas (pai).
O Menino de Papel by senhoratodd
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"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." É com esse pensamento que o Pequeno Príncipe, depois de tantas descobertas pelo universo, retorna ao seu planeta carregando o amor como sua maior bagagem. Mas no meio do caminho, ele encontra um novo e misterioso mundo: um planeta inacabado, feito de páginas rasgadas, tinta borrada e histórias que nunca foram terminadas. Nesse cenário melancólico e poético, o Príncipe conhece um garoto feito de papel - frágil, sem nome, formado por ideias descartadas. Um personagem que nunca foi aceito nem por seus próprios autores. Entre diálogos sensíveis e silêncios carregados de sentido, os dois meninos - um feito de estrelas, o outro de rascunhos - descobrem que a dor também pode ser matéria de conexão. Essa é uma história sobre solidão, aceitação e a coragem de cativar o que é frágil. Um encontro entre dois mundos que se reconhecem no que têm de mais humano: o desejo de ser amado, mesmo quando se sente incompleto. Porque, às vezes, tudo o que alguém precisa é ser visto - e lembrado de que ainda pode florescer, mesmo em meio aos papéis amassados da vida.
As Aventuras de Sherlock Holmes (1892) by ClassicosLP
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Obra do inglês Sir Arthur Conan Doyle.
O Médico e o Monstro (1886) by ClassicosLP
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Obra do escocês Robert Louis Stevenson.
Viagem ao centro da Terra (1864) by ClassicosLP
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Obra do francês Jules Verne.
O Alienista (1882) by ClassicosLP
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Obra do brasileiro Machado de Assis.