DijaDarkdija's Reading List
4 stories
Na Terra Crua by IndustrialFlake
IndustrialFlake
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Era o tempo dos deuses antigos e da conquista de territórios, da espiritualidade e da guerra. Uma pequena e anônima vila russa é ameaçada de ataque por parte do exército turco. Neste meio, a história de Andrei Arhipov é contada; um jovem artesão, devoto aos deuses, sonhador e apaixonado por seu melhor amigo Aleksi, sendo por ele correspondido. Aleksi, por sua vez, faz parte da nobreza e do exército do Rei, porém isso não torna seu relacionamento com Andrei mais complicado. Os moradores da vila não aprovam o sentimento dos dois rapazes, no entanto, o que dificulta a relação. Em meio a tempos de batalha, o jovem Andrei deseja lutar por sua terra. Conhece Olenka, um homem amigável e solitário, que possui certo domínio das armas. Olenka toma o rapaz como seu aprendiz, ensinando-o a manejar o arco e flecha. Mal sabe Andrei, no entanto, que sua vida monótona como artesão termina ali.
O Breve Voo das Bernacas by FelipeDCastro
FelipeDCastro
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Numa manhã, a rua Aluísio Azevedo é tomada por uma hedionda imagem: a cabeça do filho de Jacira rola morta pelo calçamento. O corpo do menino de dois anos está ausente. A mãe, que em termos de espírito se aparenta a uma rocha, uiva como bicho aquela dor sem teto. "O Breve Voo das Bernacas" conta a trajetória de Jacira, a morena desejada das gentes que, vítima da própria beleza, sofre as dores de um mundo cada vez mais animal e irracional: o nosso. A história se passa na Paraíba, em meados dos anos 2000. Um trecho do primeiro capítulo: "Jacira olhou a cabeça do seu filho, que repousava mansamente sobre os paralelepípedos. Os olhos semicerrados da criatura estavam tão sublimes que quase se fazia esquecer a ausência do seu corpo. O sangue aguando a dureza da rua Aluísio Azevedo. Começara a se formar em volta da hedionda cena uma pequena multidão de curiosos. A jovem mulher não se aguentou de pé, e rompeu em choro e gritos ao perceber que seu filhinho, que há pouco iniciara a vida, estava ali, morto. O espírito de um Cabeleira qualquer teria passado pelo pescoço de sua criança, de quem cujo único erro que se tinha notícia era o da própria origem. Os miolos pareciam escorrer da garganta. As mulheres que se aproximavam da cabeça, compadeciam-se, pela primeira vez, da Jacira. Os homens se entreolhavam, e compartilhavam todos uma dor implícita, tácita como uma alma. Ninguém viera abraçar a pobre mulher, que agora agarrara a cabeça da criança e, em meio às lágrimas e qualquer coriza que lhe escorria do nariz, beijava a testa sem corpo daquela criaturinha de dois anos de idade. A mãe não entendia o motivo do breve voo. E, no entanto, culpava-se. Mas culpava ainda mais o desejo dos homens, a mania da carne e o fulgor do desejo. Estava ali, agora, com a cabeça do seu menino a rolar pelas mãos, e talvez tivesse mesmo de sepultá-lo sem o corpo, vendo apenas os seus olhos fechados pela janelinha do caixão." Jandira te espera. A port
Contos do Eremita by DijaDarkdija
DijaDarkdija
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Uma floresta, uma clareira, uma fogueira de fogo azul e uma criatura encapuzada chamada de "O eremita". Pode parecer simples, mas é bem mais complicado do que você imagina...
As Divassas do Zodíaco by DijaDarkdija
DijaDarkdija
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Sinopse: Após uma série de acontecimentos inusitados, Sensei (um professor maluco) acaba diante de uma saia justíssima (sem shortinho por baixo): precisa adquirir uma informação importante (ou não) de uma tal de "Grande Bicha", que mora em um lugar chamado "Santuário Vermelho". Para isso, terá de passar por uma grande e (bem) dura prova: atravessar as mundialmente famosas "Doze Casas Noturnas", protegidas por doze guerreiras-divas banhadas no glitter dourado como ninguém nunca viu antes. P.S.: Essa história parcialmente não me pertence, rs. O Sensei é um personagem original meu, as referências que parodiei pertencem aos seus respectivos criadores. O que fiz aqui foi a continuação de uma história original com a paródia de vários elementos de vários lugares, de cavaleiros do zodíaco a glee, passando por divas do pop e outras coisas mais. A ideia é (talvez) um dia dar um jeito de inserir isso na história maior do meu protagonista. Quem sabe, né? Por enquanto, fica aí a saga das doze divassas. Espero que vocês se divirtam lendo tanto quanto eu me diverti escrevendo!