DiegoSantosFreitas
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Logo após a batalha contra Hades, nos Campos Elísios, Athena faz um pacto definitivo com os deuses do Olimpo. Em troca da ressurreição de Seiya, ela abandona a Terra ao lado do panteão grego, jurando jamais interferir novamente nos destinos da humanidade.
Vinte e cinco anos se passam.
Sem a presença direta da deusa, o mundo aprende a sobreviver em uma nova era. O vácuo deixado pelos deuses gregos atrai outras mitologias - egípcia, celta, africana e japonesa -, e forças antigas passam a disputar influência sobre a humanidade. Crises espirituais se espalham, fronteiras invisíveis são cruzadas, e o sobrenatural deixa de ser exceção.
Diferente do Olimpo, Poseidon escolhe permanecer. Mais uma vez assumindo o corpo de Julian Solo, o deus dos mares reorganiza os Marinas - mas agora não como inimigo do Santuário. Pela primeira vez, Marinas e Cavaleiros de Athena atuam como aliados, unidos por um equilíbrio frágil diante de ameaças que ultrapassam qualquer panteão isolado.
À frente do Santuário está Shiryu de Libra, agora Grande Mestre. Justo, inflexível e profundamente convicto de seus ideais, ele permite que os Cavaleiros interfiram diretamente nos rumos do mundo. Guerras cessam. Governos recuam. O planeta aprende, à força, que armas humanas não são páreas para os Cavaleiros de Ouro.
Enquanto isso, humanos comuns despertam para o Cosmo e para a magia, formando grupos de vigilantes, cultos e vilões que não respondem a deuses - apenas às próprias ambições.
Cerca de cinquenta cavaleiros estão na ativa, espalhados pelo mundo, tentando manter um equilíbrio que talvez nunca tenha existido.
E quando deuses se retiram...
outros avançam.
E o mundo precisa decidir se ainda precisa de deuses - ou apenas de guerreiros.