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O afrodisíaco de almíscar canibalístico ainda serpenteava pelas veias de Charlotte; contudo, desta vez, sua urgência era maior, concentrada na fome febril de devorar a natureza ninfíca da filha de sua melhor amiga. Ela a desejava ardentemente, com lábios pesados de luxúria - não por crueldade, mas por uma necessidade ancestral de fundir-se àquele corpo jovem, consumindo cada mísera célula de seu ser.
O desejo perturbador pulsava como um tambor primitivo, e a carne tornava-se a metáfora corruptora de sua paz interior. O prazer carnal já não era visto como um mero ato profano, mas como um sacramento.
O ato de honrar a si mesma, sua natureza selvagem e o apetite indomável que rugia sob sua pele.
-Lottie Mathews G!P-