umdiegobrito
" A escuridão foi se dissipando como uma névoa densa que estava ali por vontade própria e resolvera sair, revelando-me uma paisagem campestre, com um céu nublado e um vento que dava a impressão de que choveria em breve. Ao centro desse cenário, uma árvore não tão grande mexia seus galhos cheios de folhas como se dançasse com os ventos ou pedisse socorro. Eu, que poderia estar apavorado, me rendi àquele delírio me permitindo viver aquela irrealidade sem culpa. Foi quando me vi. "
Até onde o que vivemos é real? Após ter um delírio muito real, Arthur começa a questionar o que aconteceu com ele. O que vira a seguir? Acompanhe esse "work in progress" e busque respostas para essa aventura.
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