Após a morte de Alec, Magnus se vê sozinho diante do mundo. Todos os dias, o rapaz escreve pequenas cartas à seu amado, na tentativa de ainda se sentir próximo dele.
Um casamento arranjado.
Um príncipe entediado.
Um feiticeiro que pode salvar sua vida.
Um amor proibido.
O sangue real não pode cometer imoralidades... Pode?
Dentre todas as cores, ele sempre preferiu o azul.
Assim como o perpétuo céu e o imenso oceano, aquele buquê de rosas azuis o encantavam.
Mas nada o fazia se sentir tão perdido, quanto aquele intenso par de olhos.