Lista de leituras de nicolyytfirmino
3 stories
 Anastácia Grego - A rainha da máfia ( Família Grego - Livro III) by MariaAmandaDantas
MariaAmandaDantas
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TODOS OS DIREITOS RESERVADOS PLÁGIO É CRIME! Em Setembro na Amazon✅ Capa feita pela @CennaNunes Livro escrito pela autora MAD, e Autora Ladynigth13 Anastácia sempre foi a revoltada da família, nunca teve direito a nada por nascer mulher. Inconformada com a realidade em que vive, sempre foi a mais direta da família. A única capaz de dizer tudo o que pensa das pessoas, uma menina mulher de língua afiada. Cansada de ver os irmãos sempre terem tudo e tratarem suas esposas como capachos, principalmente seu irmão Enzo, que faz da vida da sua mulher um verdadeiro inferno, tomou uma grande decisão. Em fim decidiu que iria enfrentar todos os seus medos, e iria ser feliz acima de tudo. Sempre viveu um amor escondido ao lado do seu amado Thiago, até que um dia seu irmão Enrico autorizou esse namoro e desfez o compromisso que ele mesmo tinha selado com Andrei Barkov. Chefe da Máfia Rússia. Até aí tudo bem! Compromisos são desfeitos todos os dias, mas não no mundo da máfia. O terrivél Andrei Barkov inconformado com o rompimento, tinha apenas um objetivo, se vingar da família Grego através da jovem e bela irmã caçula. Obra de minha autoria. Plágio é crime. 2019.
Nem Tudo são Rosas | COMPLETA by veraamarquess
veraamarquess
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A vida nem sempre é um mar de rosas. Tudo pode mudar tão repentinamente que, primeiro, ficas em choque, depois negas, mas por fim lá aceitas que a tua única opção é lutar. Lutar por ti, pelos teus, por um lugar ao sol. Esta é a realidade de Maria, para quem a única salvação para uma vida de desilusões foi o amor...
DESPERTAR by JanainaMelo3
JanainaMelo3
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Ele acorda, olha para os lados e nada reconhece. Paredes sujas o cercam, algo pinica seu corpo e o odor do ambiente é fétido. Seus ossos e cabeça doem, e ele mal consegue se mexer, mas esforça-se assim mesmo, pois a náusea é mais forte que a dor. Sabe que, se continuar deitado, muito provavelmente vomitará. Assim que se senta, luta entre controlar a dor e recobrar os pensamentos, mas a náusea não o abandona. Sem muito pensar, ele corre em direção à primeira porta que vê e a abre, agradecendo mentalmente ao encontrar o vaso sanitário, onde se debruça e despeja tudo aquilo que nem lembrava que havia ingerido. Após longos minutos, que mais parecem horas, não havendo mais o que colocar para fora, encosta-se no azulejo frio e desce até o chão, tentando controlar a dor latejante em sua cabeça. Nervoso, esfrega o rosto; precisa se lembrar de como foi parar ali. Então sente algo viscoso na testa, constatando que precisa de um banho, mas, quando olha para a mão, o pânico se instala. Ela está banhada em sangue. Ele quer gritar, chorar, fugir dali. No entanto sente que a consciência está por um fio, então invoca seu refúgio mental e, de alguma forma, tudo o que sente parece sumir, suas pálpebras pesam; seus olhos nada mais veem.