Zaddic
Há momentos em que não sabemos o que somos e consequentemente não sabemos de onde viemos ou para onde vamos. Às vezes achamos que encontramos o caminho e quando percebemos estamos perdidos novamente, decepcionados com o labirinto da vida. As pessoas então parecem personagens de um filme onde ninguém é o que é e nós também ficamos sem saber o que ser, que personagem representar nesse artifício do ser ou não ser. Ás vezes somos luz, às vezes somos trevas... Trevas do não ser, escolhi esse t ítulo da obra intitulada, Pistis Sofia, explicado por Samael Aun Weor, pois é um artigo que me imprescionou pelo contexto de minha própria história. Abraços!