Anavit
3 stories
Canção de Hotel by DboraTwi
DboraTwi
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Uma história de amor que se passa fora da realidade dos palcos. Prólogo Era uma daquelas noites bonita em Araguaína, Vitoria Falcão estava andando por uma daquelas trilhas que levava as mais belas cachoeiras, uma das coisas que mais amava na cidade porém tinha o coração pesado. Vitória não sabia o que seria de sua vida o que queria fazer, se era ficar lá e andar por trilhas e trilhas atrás bela natureza que cercava sua cidade ou se falava com sua mãe, sobre o sonho de estudar teatro em São Paulo, ela tinha muito receio de desapontar sua mãe que ficara tão feliz por ela ter passado pra Direito, eram tantas questões que cercavam sua mente que o único que fez Vitoria sorrir foi e falar em voz alta foi. - Será que o Céu de SP é tão lindo quanto o daqui? Já na região mais baixa do país estava Ana Clara, numa noite corrida no Hospital São Paulo onde trabalhava. Ana Clara era uma jovem prodígio, extremamente inteligente havia se formado a pouco mais de 1 ano e já era uma das melhores cirurgias residente de sua idade. Ela já havia acompanhado só naquela noite duas cirurgias, uma de pequeno porte e outra um pouco mais delicada por se tratar de um garoto que havia tentado suicídio, ele tinha uma lesão na região do abdômen. Ana Clara sempre teve o sonho de cuidar das pessoas da melhor maneira possível, por isso se dedicou ao ramo da Medicina foi para São Paulo morar sozinha ainda na época da Faculdade, antecipou uns anos por seu desempenho formidável. Mas, nos últimos tempos tem se sentido tão sozinha na movimentada SP que ela tem vivido mais tempo dentro daquele hospital que em seu próprio apartamento. Cansada após terminar a cirurgia que durou cerca de 6 horas, Ana foi para o terraço do hospital, local onde se escondia para relaxar um pouco após um plantão daqueles. - Que saudade do céu estrelado de Araguaína! - Exclamou Ana após ver o céu nublado e frio de SP.
a florista das flores de plástico by lesbocruella
lesbocruella
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Era claro para mim que, apesar de todas as falas, escritas e canções o amor chega de maneiras diferentes para cada um de nós, assim como se vai. O amor é como a chama de uma vela que ascende, queima com força e oscilação enquanto tiver do que se alimentar e, de um segundo para o outro, se apaga deixando como recordação apenas segundos de fumaça e uma vela completamente derretida. Você só não pode escolher quando e nem quem irá ascender essa chama, muito menos quando ela se apagará. Agora, quanto ao fato de ela queimar ou não, só você pode dizer. Por experiência própria, o calor que queima em um amor pode te aquecer de uma maneira fora do comum, e assim ele fará, até que faça inúmeras bolhas em sua pele e comece a te machucar de verdade. Eu só posso te garantir que o que você vai sentir, te fará despertar lados antes adormecidos e talvez nunca descobertos. Quanto aos que costumam adotar a razão em tudo, uma pequena dica: esqueça, afinal de contas ela já não importa mais. Tudo que importa agora é queimar, sem nenhum impecilho, sem nenhum incômodo, só você e quem você ama. Eu sei disso, pois é como me sinto agora, tudo por conta daquela maldita florista. Aquela mulher de índole duvidosa que, em uma noite desfeita em cargas d'água, ascendeu a maldita chama no meu coração. Aquele demônio depravado de formato angelical e suas malditas flores de plástico, seu maldito discurso sobre verdade e mentira e seus inexplicáveis olhos cor de marte. É ela, é tudo culpa dela e dos seus joguinhos. É por causa dela que eu perdi até o último fio de sanidade. Meu nome, é
C o l e g a s. by princemajor
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Ana vai para São Paulo estudar medicina e morar com sua namorada, Letícia. Porém, até essa se estabilizar para a vida a dois com Caetano, Ana tem que passar um mês morando numa espécie de casa universitária. Ela só não contava com a presença de Vitória Falcão na sua vida.