Contos
3 stories
IN VIRUS VERITAS ou ALÉTHEIA, OSTRAS E PESS0AS by AlexandreLourenco5
AlexandreLourenco5
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Um conto da quarentena. Acompanhe o que acontece na cidade-ilha, onde o coronavíris provocou um efeito colateral inusitado nos moradores infectados, mudando aquelas vidas para sempre
O NATAL E  A VOLTA DE JESUS by AlexandreLourenco5
AlexandreLourenco5
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É véspera de Natal e Jesus está de volta. Diferente do Jesus da Bíblia que prometeu voltar para buscar os santos, Jesus Brasileiro da Silva, na véspera do Natal, que também é a véspera do seu aniversário de 33 anos (a idade de Cristo), está de volta para punir os pecadores. Uma história inusitada de vingança e redenção no Rio de Janeiro na década de 1930, onde um homem em busca de paz fará as pazes com seu passado enfrentando e matando seus demônios, sejam imaginários, sejam de carne e osso. "Por mais que você faça troça com as coincidências e diferenças entre o Jesus da Bíblia e o Jesus Brasileiro, fique avisado que esse conto não conta uma história engraçada. Não pense que lerá aqui uma comédia, sátira ou pilhéria. Também não se trata de uma historia com final feliz, muito menos romântica. Parece que toda historia que tenha como personagem principal um homem com nome de Jesus, aconteça na Judeia ou no Brasil, sempre termina em morte. E parece também que o único que fica contente com a própria morte é o próprio Jesus."
A BRUXA QUE SÓ CHORAVA by AlexandreLourenco5
AlexandreLourenco5
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A mente humana é mais profunda que qualquer oceano e mais intrincada que os labirintos mais elaborados. Mergulhe na mente dessa pacata dona de casa, percorra seus meandros e descubra o que somos capazes de fazer para garantir o que realmente importa. "Como puderam fazer tamanha maldade de com ela? Por que são tão cruéis? Será que não viam ou não se importavam com a dor imensa que o afastamento e isolamento causavam a ela? Não se davam conta do tamanho da sua mágoa, da sua solidão? Como poderiam não perceber o modo que ela ficava? Será que era tudo parte de um plano macabro? A real intenção deles era fazê-la sofrer desde o início, assim, todo o carinho e atenção não passavam de adulações falsas para que ela sentisse a falta em dobro quando a deixassem de lado? Eles eram culpados! Eles a forçavam. Não poderiam esperar que uma vez desfrutando do paraíso que ela se conformasse em ser lançada no deserto, não é mesmo?