Saga Vendida para o Dono do morro
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Vendida Para o Dono Do Morro - Livro I by Hemilly_Damasceno
Hemilly_Damasceno
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Livro I Mais um dia me vejo aqui, olhando para a janela e pensando em como o mundo pode ser tão cruel com pessoas tão boas, ou será que eu não era uma pessoa tão boa assim ? O barulho da chuva que caia naquele dia estava me acalmando, mesmo eu sabendo que uma hora toda aquela paz acabaria eu ainda sim estava bem, estava calma, minha alma estava em paz. Esse é a história de uma mulher, que tentou a todo custo ser forte, mas acabou caindo, com a dor mais forte possível, com a alma saindo do corpo, com o pensamento apenas em uma coisa fixa, como ela não conseguiu fazer nada? Essa também é uma história de um moleque, que se tornou homem na marra, que aprendeu com os erros que com amor não se brinca, que vê em sua frente a chance de mudar, de evoluir. É a história de um amor não amado, de um dor sofrida de uma forma que ninguém imaginava! - Estória com um nome comum, porém conteúdo diferenciado! Um clichê não tão roteirizado! - Plágio é crime (mesmo o nome sendo igual al de muitos, a capa foi feita especialmente para esse livro, a história não é escrita por uma criança, e não é fantasiando ou romantizado estupro, ou qualquer outra coisa do gênero! Não façam isso! Nunca)
A Filha da Dona do morro - Livro ll by Hemilly_Damasceno
Hemilly_Damasceno
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(Sequência de Vendida Para o Dono do Morro) Sinopse Meu nome é Luara Silva, mas pode me chamar de Lua. Tenho 18 anos e, para muitos, sou apenas a "filha da dona do Vidigal" e do "dono do Alemão". Mas nunca usei o título dos meus pais para me engrandecer; na verdade, sempre fui a peça mais complicada desse quebra-cabeça familiar. Enquanto minha irmã Rane brilha em Washington e meu irmão Bento segue os passos da nossa tia na Medicina, eu sempre fui a dúvida em pessoa. Ótima aluna, sim, mas sem saber qual caminho seguir. Decidi que era hora de parar de apenas ver a vida passar e tomar as rédeas do meu futuro: vou cursar Direito. Quero ser advogada, mas sei que não será um caminho comum. Viver entre as leis dos livros e a realidade das comunidades onde cresci exige um jogo de cintura que só eu tenho. Agora, entre a liberdade da maioridade e a responsabilidade dos tribunais, vou provar que a filha de Jane e Roberto pode até ser complicada, mas nasceu para fazer história.