Ancestralidade Stories

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4 Stories

  • A chave mágica. by gbzin12345
    gbzin12345
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      Parts 1
    A chave mágica Em uma aldeia, no interior, vivia Lucas. Um garoto magro e de pele escura como a noite. Ele morava com sua avó, pois seus pais não tinham condições de criá-lo. Sua avó Benta sempre cuidou e educou Lucas, pois sabia que o garoto tinha um futuro promissor pela frente. Em uma manhã de domingo, sua avó o chamou na sala e falou que tinha algo para contar. Lucas pensou que ela iria falar quem eram seus pais biológicos, pois sempre que ele perguntava para sua avó, ela mudava de assunto ou mandava ele ir brincar na rua. Porém, ao chegar na sala, percebeu que sua avó estava com uma chave dourada na palma da mão dizendo que agora era a vez de Lucas herdá-la. Após receber a chave, Lucas ficou olhando para sua avó e pergunta o motivo de receber aquela chave, pois ela não aparentava entrar em nenhuma fechadura de sua casa. Benta a chamou para sentar e começou a contar as origens da chave, dizendo que nem ela sabia quem foi o criador daquela chave, mas sabia que no passado ela era usada por sua tribo nos tempos em que eram escravizados. Com a chave em mãos, Lucas se sente obrigado a descobrir o que aquela chave escondia de tão valioso. Após examinar a chave, Lucas encontra um endereço escrito na chave e resolve caçar o local que ela leva. Depois de três semanas de busca, Lucas e sua avó Benta encontram o local, mas acham folhas e imagens do passado de sua família que estava perdida a anos. Sua avó Benta percebe que as escrituras estavam em um idioma de origem africana, mas por dedicação de Benta, manteve o dicionário que sua família passava para os descendentes. Após traduzir o texto, Benta fala para Lucas, que encontrou a magia. Lucas pergunta o que era essa tal magia. Então, sua avó fala: "- A verdadeira magia é o esforço de manter a chama de nossas identidades acesas. Gabriel Araújo
  • Grimório dos Sonhos: Vislumbres Entre Mundos by Neslen_Duarte
    Neslen_Duarte
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      Parts 4
    Os sonhos habitam uma fronteira delicada entre a memória, a imaginação e o mistério. Algumas noites apenas reorganizam os fragmentos da vida; outras parecem abrir portas para territórios que não existem nos mapas. Este grimório nasceu do desejo de preservar esses encontros. Filha da ausência antes mesmo de compreender plenamente o significado da perda, a sonhadora encontrou nos sonhos um lugar inesperado de reencontro. Não para apagar a saudade, mas para caminhar novamente por casas antigas, percorrer estradas esquecidas e, por vezes, sentir a presença suave daqueles que ajudaram a construir sua história. Entre ancestralidades, símbolos, coincidências e paisagens que retornam noite após noite, este livro reúne rastros. Rastros de uma vida sonhada e vivida, onde passado e presente parecem tocar-se por breves instantes. Talvez os sonhos sejam apenas a linguagem da alma tentando recordar quem somos. Talvez sejam pontes. Talvez sejam ambos. Este grimório não oferece respostas. Apenas convida o leitor a atravessar, com delicadeza, os seus próprios territórios do sonho.
  • Transformando Intempéries em Expectativas - Crônicas by Neslen_Duarte
    Neslen_Duarte
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      Parts 1
    A vida raramente segue uma linha reta. Ela se move em espirais, retorna a lugares antigos, revisita afetos, reabre gavetas e encontra novos significados para velhas histórias. Este caderno de crônicas reúne fragmentos de diferentes tempos da minha existência. Algumas páginas nasceram ontem. Outras atravessaram décadas guardadas em cadernos, agendas, folhas soltas e cantos da memória. Aqui, passado e presente caminham lado a lado. Uma lembrança de infância pode surgir após uma reflexão escrita hoje. Uma dor antiga pode dialogar com uma alegria recente. Como peças dispersas de um quebra-cabeça, essas histórias não obedecem à cronologia, mas àquilo que insiste em permanecer vivo dentro de nós. Entre memórias, afetos, perdas, sonhos, família, escola, fé, recomeços e pequenas epifanias do cotidiano, compartilho as marcas deixadas pelo tempo e as formas que encontrei para transformá-las. Porque algumas tempestades passam.
  • O Rei Alado by AugustoRRescritor
    AugustoRRescritor
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      Parts 1
    Propósito não se escolhe, nos é imposto. Condinbrás, um jovem aristocrata vivendo sob o peso de um legado que mal compreende, embarca no navio Santa Esmeralda em direção à costa africana. Munido de uma pena misteriosa, cartas enigmáticas de um pai ausente e uma sanidade que se esgarça a cada dia, ele se vê mergulhado em um delírio náutico onde o limite entre o sobrenatural e a loucura se torna perigosamente tênue. Uma jornada atmosférica pelo oceano da culpa e da insanidade, onde o horror não reside no desconhecido, mas na herança que nos define.