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Em um único dia, o mundo acabou.
Sem aviso. Sem explicação.
Quando três jovens acordam e olham pela janela, não encontram não é mais a cidade que conheciam. Ruas tomadas por morte, destruição e criaturas que já foram humanas agora vagam sem rumo entre os destroços da civilização.
O choque e o que os atinge primeiro.
Logo seguido pelo medo medo.
E então a pergunta inevitável:
Como sobreviver quando o mundo inteiro parece ter se voltado contra você?
Sem saber se o desastre é local ou global, os três jovens precisam enfrentar uma nova realidade onde tudo aquilo que antes era garantido desapareceu: energia elétrica, abastecimento de água, comida e segurança são coisas que já não existem mais. Cada dia traz novos desafios, e cada erro pode ser fatal.
Enquanto o perigo constante dos mortos-vivos se espalha por todos os cantos, eles descobrem que sobreviver exige mais do que coragem, que por si só já é difícil ao ver um zumbi devorando uma pessoa na sua frente, mas também exige planejamento, adaptação e, acima de tudo, confiança uns nos outros.
Mas sobreviver é apenas o primeiro passo, pois, não podemos ficar nisso para sempre, temos que prosperar e construir um futuro, com muito suor e infelizmente, repleto de zumbis.
Diferente de muitas histórias pós-apocalípticas, onde é mostrado o inicio e logo em seguida acontece um pulo temporal, onde comunidades já estão formadas e estruturas já existem, Sobreviventes mostra algo mais fundamental: como tudo começa.
Como pessoas comuns, perdidas em um mundo que desmoronou, aprendem a se reorganizar.
Como surgem as primeiras lideranças e como as pessoas passam a confiar nelas.
Como se criam perímetros de segurança, fontes de alimento, estratégias de combate e sobrevivência e é claro, esperança, esperança de viver uma vida longa e não ser morto por um zumbi.
Porque quando o velho mundo desaparece…
alguém precisa construir o novo.
E talvez os herdeiros desse novo mundo sejam justamente aqueles que conseguiram continuar vivos.