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Num mundo onde a rotina tornou-se lei e a disciplina, natureza, os moradores de um edifício vivem dias idênticos, cronometrados até o último piscar de olhos. Sem portas, sem passado, sem horizonte, restam apenas paredes opacas e a ilusão de normalidade. Observados por inspetores que medem até os devaneios, qualquer desvio é imperdoável. Um conto sobre conformismo, controle e o apagamento do humano sob a máscara da produtividade.