raphaferreira
Ausente no Presente não é uma história sobre grandes perdas ou lutos barulhentos. É um mergulho na depressão de "alta funcionalidade" - aquela que se esconde atrás de um café quente, de um prazo entregue no trabalho e de um sorriso educado no elevador. O vazio, aqui, não é um vilão que arromba a porta; é um hóspede silencioso que se senta à mesa e, aos poucos, retira a cor de cada objeto, o sabor de cada alimento e o sentido de cada abraço.