O Rapto Perfeito (a editar)

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Feb 19, 2017
O que é amor? A resposta depende de perspectivas, experiências e mentalidade de cada um. Muitos de nós pensa que o amor é fácil de encontrar e manter, e que tudo é mil maravilhas e um mar de rosas. Mas na verdade, não é. O amor requer sacrifícios, lágrimas e esforço. E às vezes, nós magoamos as pessoas que amamos, a pensar que estamos a fazer o melhor para elas. Conheça a vida de Selene, moça sonhadora e alegre, moça que nada lhe faltava. Até que uma tragédia surge em sua vida, completamente arruinando os seus grandes sonhos e esperanças. É a procura de respostas, onde ela encontra o seu "amor". Naqueles olhos cor-de-mel, que contêm tanta adoração, desejo e ternura por ela. Mas alguém quer-lhe morta. Quem será? O seu amor dos olhos cor-de-mel? Alguém conhecido? Ou alguém desconhecido? Será esta, a mesma pessoa por detrás do infortúnio dos seus pais? Como Selene irá reagir quando ela descobrir a verdadeira e dura realidade dos fatos mais recentes da sua vida? Leia para descobrir, pois eu não vou dar-te a resposta aqui. ⠀⠀𝒅𝒂 𝒎𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒂𝒖𝒕𝒐𝒓𝒊𝒂. ⠀⠀𝒄𝒐𝒏𝒕𝒆𝒎 𝒆𝒓𝒓𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒐𝒓𝒕𝒐𝒈𝒓𝒂𝒇𝒊𝒂 (𝒂 𝒄𝒐𝒓𝒓𝒊𝒈𝒊𝒓). ⠀⠀𝒂 𝒆𝒅𝒊𝒕𝒂𝒓. ⠀⠀ ⠀ ⠀⠀ Tenha uma boa leitura. Finalizada: 𝟏𝟕/𝟎𝟓/𝟏𝟕
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  • 𝗦𝗧𝗥𝗢𝗡𝗚 ↬ 𝗝𝗲𝗹𝗲𝗻𝗮 +18

Clarice odiar o amor não faz com que ela nunca mais sinta o amor novamente, só faz com que ela se afaste, se afunde mais ao vazio e a solidão. O amor é algo sem definição, é raso, passar anos procurando alguém só mostrou o quanto, para ela, amar era prejudicial à sua saúde mental. E de fato era, mesmo que ela escrevesse sobre um sentimento que nunca sentiu de verdade, foi prejudicial à sua mente, à sua forma de pensar e agir, criando conflitos e até sentimentos e entes paralelos. Ás vezes nos encontramos a beira de algo tão intenso, tão forte, que não sabemos como reagir. Correr, aproximar, se deixar levar, ou se afastar aos poucos? É como estar prestes a se jogar no oceano, cheio de mistérios que nunca se quer experimentamos, mas que parece nos chamar cada vez para mais perto. E a gente vai, se aproxima devagar, num misto de excitação e receio, com passos lentos e medrosos, mas vamos mesmo sabendo que, se a correnteza nos puxar, não haverá mais volta. "Eu me pergunto se minha mente apenas deixa de fora todas as partes ruins, eu sei que não fazíamos e nunca faremos sentido."

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