I Need a Boyfriend

I Need a Boyfriend

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WpMetadataNoticeLast published Wed, May 24, 2017
Quando uma fada conta uma história, você não deve parar de ler ou irá ficar presa na história. A trajetória de Eunji é contada por uma narradora fictícia, porém surpreendentemente simpática. Assombrada por pesadelos de nunca poder ter um amigo, ela faz um pedido em seus sonhos para que a pessoa que ela gostar se apaixone por ela. Após salvar um velho senhor de terríveis delinquentes, ela é chamada por um espírito (ou em alguns casos, a Rainha da bondade) que se comove pela menina indefesa ter salvo um velho senhor de forma respeitosa. À Eunji é, então, dado o dom em que o seu amor pelas pessoas irá a tornar mais sociável. Mas grandes problemas começam, após o pedido de seus sonhos, quando inesperadamente todos ao seu redor começam a gostar dela, causando grandes confusões. Para desfazer o feitiço ela terá que dar um beijo na pessoa amada e, assim, ela terá que pedir a ajuda de um inimigo cruel a qual não pode se apaixonar por ela.
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Irene Bae fazia um esforço real para ser a cria perfeita que todos os fiéis de sua igreja desejavam ter. Filha única de uma mãe divorciada, Irene fazia de tudo para sair por cima dos maus olhares que ambas recebiam. Tinha seus valores e normas morais que seguia a risca, e, como aliada, sua vizinha e melhor amiga de anos, Yerim Kim. Eram como as duas cavaleiras da moral e dos bons costumes, no São Leopoldo, uma escola que fazia muito bem o papel de expôr sem qualquer ressalva o que havia de pior nos tempos modernos: adolescentes inúteis, drogados, pais precoces e, cruzes, homossexuais. Irene tinha seu próprio nêmesis. Sentia um calafrio subindo pela espinha só de se lembrar da figura. Não é como se Irene não soubesse pronunciar Seulgi Kang adequadamente, talvez falasse mais certo até que a própria dona do nome, mas tinha um ranço inexplicável por aquela garota, mais do que o comumente direcionado por Irene àquela "tribo". Bem, eram quase tribais, mesmo. E Irene jurava de pé junto que aqueles olhinhos existiam para lhe desafiar, atiçar, perturbar, ou qualquer sinônimo possível. Em resumo, para Irene Bae, a garota era quase a representação do tinhoso em plano terreno, motivo pelo qual parecia que tudo dava errado em sua vida. Todas essas desgraças a faziam odiar ainda mais profundamente Seulgi Kang. Capa por @Lobertor. História também postada no meu perfil do Spirit (DanshinQueen).

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